Namoro Invejoso (Completa)
Moda de Viola
Você já se esqueceu meu benzinho
De tempinho que nós dois se amava
Imaginando bem nosso destino
Refletindo você se lembrava.
E um prazer que esquecer não se pode
Dos pagodes que nós freqüentava
Meu prazer era estar te enxergando
E você me rodeando o quanto bastava.
Bem logo que a noite escurecia
Vós sabia que logo eu chagava
Pra poder pegar na mão do dega
Das colegas você se apartava.
Contrariando as suas coleguinhas
Tão sozinha você me esperava
Nosso encontro era um aperto em segredo
Que as juntas dos dedo da mão estalava.
Se a festa era de devoção
Nossos dois corações se alegrava
Eu rezava com grande prazer
Por saber que você me ajudava.
Ajoelhada em frente ao altar
Bem a par de você me ajoelhava
Nosso dois corações contrariados
E os nossos pecados a Deus confessava.
Eu entrava no salão dos implório
Os meus olhos já te procurava
O seu rosto tão coradinho
No cantinho da sala avistava.
Seu sorriso por ser carinhoso
Os invejosos ali maliciavam
Como as ondas que encontram no mar
Também nossos olhar no salão se encontravam.
Se por sorte eu não fosse na festa
Era essa aflição que me dava
Acordado no quarto eu te via
Se eu dormisse contigo eu sonhava.
O teu nome no meu travesseiro
O letreiro é que me consolava
Comparando sua feição risonha
A letra da fronha tão triste eu beijava.
Celos en el Noviazgo (Completa)
Música de Viola
¿Ya te olvidaste, mi amorcito,
Del tiempito en que nos amábamos?
Imaginando bien nuestro destino,
Reflexionando, tú recordabas.
Y un placer que no se puede olvidar
De los pagodes a los que solíamos ir,
Mi placer era verte
Y tú rodeándome lo suficiente.
Tan pronto como la noche oscurecía,
Sabías que pronto llegaría
Para poder tomar la mano de Dega,
De tus amigas te alejabas.
Contrariando a tus amiguitas,
Tan sola, me esperabas.
Nuestro encuentro era un apretón en secreto
Que hacía crujir las articulaciones de los dedos de la mano.
Si la fiesta era de devoción,
Nuestros dos corazones se alegraban.
Yo rezaba con gran placer
Al saber que tú me ayudabas.
Arrodillada frente al altar,
Junto a ti me arrodillaba.
Nuestros dos corazones contrariados
Y nuestros pecados a Dios confesábamos.
Entraba en el salón de los implorios,
Mis ojos ya te buscaban.
Tu rostro tan sonrojado
En un rincón de la sala divisaba.
Tu sonrisa, por ser cariñosa,
Los envidiosos maliciaban allí.
Como las olas que se encuentran en el mar,
También nuestros ojos se encontraban en el salón.
Si por suerte no iba a la fiesta,
Era esa aflicción la que me daba.
Despierto en mi habitación te veía,
Si dormía, contigo soñaba.
Tu nombre en mi almohada
Era el letrero que me consolaba.
Comparando tu rostro risueño
Con la letra de la funda, tan triste, la besaba.