Subentendido
Rimar por rimar não é nada incrível
Mas sim quando se torna entendível
O que muitos julgam ser inadmissível
Arrepia é infalível chega da um alívio
Quando algo que não é visível
Pelo senso auditivo torna perceptível
Mesmo que eu torre todos os meus fusível
O impossível, vira possível
Pois em um universo expansível
Tudo está suscetível a seu erro não entrai em desespero
Procurando uma palha em um? Agulheiro?
Sou eu zapeando de canal procurando meu orgulho de ser brasileiro
Parece que a humanidade engatou um freio
Palhaça é lucrar com o sofrimento alheio
Nesse circo feito, eu taco fogo incendeio
Seu filho escutar rap e não os seus conselhos
De ninguém eu duvido
Mas do que a boca use o ouvido
É isso que separa o joio do trigo
O resto está tudo subentendido
Cada planta no seu vaso
Que tome conta de seu caule
Sem atravessar meu espaço
Sob a lei de aleister crowley
Eai lesivo bora pra igreja, eu te peço
Mas em que eu não acredito amigo eu não me envergo
Já que muitos pensam assim neste momento eu considero
Desculpas por não acreditar, haha mas sou cético
Então me julgue dizendo que vou pros quinto dos inferno
Se é pecado ter minha opinião julgar a dos outros é sacrilégio
Milhares de pensamentos adversos e logo o seu tem que está certo?
Pensando bem acho que Deus é o universo
Mas e o multiverso? Com quem eu converso, minha falta de afeto
Olhando pro teto
A cadeira eu ejeto, e começo
As viagens mais? Fantasiantes? Da terra como é gigante
Até as galáxias mais distantes, que não gostou que se dane
E eu vou avante não se espante um beck de estante-estante
E pode ser do skunk, ou do? Podi? Não se afoite
O importante!
É caneta e papel na mão pra eu varar mais uma noite
De ninguém eu duvido
Mas do que a boca use o ouvido
É isso que separa o joio do trigo
O resto está subentendido
Eu vejo muitos, sem nada pra falar
Falando muito, pra todos escutar
Blablabla... Nada vai me ensinar, nada vou aprender
Dinheiro, fama, status? Ah vai se fuder!
As merdas que escuto viram adubo eu não desvirtuo o que ela gera
Pois meu guia é meu senso crítico fertilizantes pra novas ideias
Me fale qual sua procedência, o que você pensa?
Não adiante gritar que é rap é compromisso e nos eventos não fazer presença
Minhas rimas são controversas como as do eminem
É que você está no meu do trilho onde irá passar o trem
Carregado de explosivo a tripulação é o que fecham comigo
Quem não entende passa no meio, o problema é que estou sem freio (ta fudido)
Certas coisas que acontece (me intrigo)
Explicação na internet ou na deep web (to perdido)
Chega a ser esquisito o jeito que estou envolvido com tudo isso
Mas não quero ser conhecido, no máximo reconhecido
Faz sentido?
De ninguém eu duvido
Mas do que a boca use o ouvido
É isso que separa o joio do trigo
O resto está subentendido
Subentendido
Rimar por rimar no es nada increíble
Pero sí cuando se vuelve comprensible
Lo que muchos consideran inadmisible
Pone la piel de gallina, es infalible, da un alivio
Cuando algo que no es visible
Por el sentido auditivo se vuelve perceptible
Aunque queme todos mis fusibles
Lo imposible se vuelve posible
Porque en un universo expansivo
Todo es susceptible a tu error, no entres en desespero
¿Buscando una aguja en un pajar?
Soy yo zapeando de canal buscando mi orgullo de ser latinoamericano
Parece que la humanidad puso un freno
Burlarse es lucrar con el sufrimiento ajeno
En este circo hecho, prendo fuego, incendio
Tu hijo escucha rap y no tus consejos
De nadie dudo
Pero más que la boca, usa el oído
Eso es lo que separa el trigo de la cizaña
El resto está todo subentendido
Cada planta en su maceta
Que cuide de su tallo
Sin invadir mi espacio
Bajo la ley de Aleister Crowley
¿Qué tal, dañino, vamos a la iglesia, te lo pido?
Pero en lo que no creo, amigo, no me avergüenzo
Ya que muchos piensan así, en este momento lo considero
Disculpas por no creer, jaja, pero soy escéptico
Así que júzgame diciendo que iré al quinto infierno
Si es pecado tener mi opinión, juzgar la de otros es sacrilegio
Miles de pensamientos adversos y de repente el tuyo tiene que ser el correcto?
Pensándolo bien, creo que Dios es el universo
¿Pero y el multiverso? ¿Con quién hablo, mi falta de afecto?
Mirando al techo
La silla la expulso, y comienzo
Los viajes más? Fantásticos? De la tierra, qué gigante es
Hasta las galaxias más distantes, si no te gusta, que se joda
Y sigo adelante, no te asustes, un porro de estante a estante
Y puede ser de skunk, o de? ¿Podi? No te apures
¡Lo importante!
Es tener pluma y papel en mano para pasar otra noche
De nadie dudo
Pero más que la boca, usa el oído
Eso es lo que separa el trigo de la cizaña
El resto está subentendido
Veo muchos, sin nada que decir
Hablando mucho, para que todos escuchen
Blablabla... Nada me enseñará, nada aprenderé
Dinero, fama, estatus? ¡Ah, que se jodan!
Las tonterías que escucho se convierten en abono, no desvirtúo lo que genera
Porque mi guía es mi sentido crítico, fertilizante para nuevas ideas
Dime cuál es tu procedencia, qué piensas?
De nada sirve gritar que es rap, es compromiso y no asistir a los eventos
Mis rimas son controvertidas como las de Eminem
Estás en medio de mis rieles por donde pasará el tren
Cargado de explosivos, la tripulación es la que está conmigo
Quien no entiende pasa por en medio, el problema es que estoy sin frenos (estoy jodido)
Ciertas cosas que suceden (me intrigan)
Explicación en internet o en la deep web (estoy perdido)
Es extraño la forma en que estoy involucrado en todo esto
Pero no quiero ser conocido, máximo reconocido
¿Tiene sentido?
De nadie dudo
Pero más que la boca, usa el oído
Eso es lo que separa el trigo de la cizaña
El resto está subentendido