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Un brindis a la soledad

Lia e Eduardo

Um Brinde a Solidão

Vou dizer saudade
De estar com você a todo momento lhe dar aquele cheiro
Vou viver mergulhado
Numa cachaça com limão pra afogar meu coração dia e noite sem parar
No boteco

Garçom traz mais uma aqui
Que eu já estou duas noites sem dormir
De bar em bar procurando encontrar o meu remédio
Ela se foi a marvada me largou
Nem sequer olhou pra traz esnobando o meu amor
Acelerando o carro levantando o poeirão
E pela estra a fora ela rasgou meu coração

Traz uma garrafa de tequila que hoje eu vou me embriagar
Eu vou entortar o caneco mas pra casa eu não vou voltar
E se acontecer da pinga acabar
Você me traz uma garrafa de whisky ou de conhaque o que tiver
Vou degustar de copo em copo a falta dessa mulher
Que me deixou aqui bebendo de montão
Um brinde a solidão

Un brindis a la soledad

Voy a extrañar
Estar contigo todo el tiempo y darte ese olor
Voy a vivir sumergido
En un trago de caña con limón para ahogar mi corazón día y noche sin parar
En el bar

Mesero, trae otra aquí
Que ya llevo dos noches sin dormir
De bar en bar buscando encontrar mi remedio
Ella se fue, la maldita me dejó
Ni siquiera miró hacia atrás, despreciando mi amor
Acelerando el auto levantando el polvaredal
Y por la carretera se llevó mi corazón

Trae una botella de tequila que hoy me embriagaré
Voy a doblar el vaso pero a casa no volveré
Y si sucede que se acabe la caña
Tráeme una botella de whisky o coñac lo que haya
Voy a saborear de vaso en vaso la falta de esta mujer
Que me dejó aquí bebiendo a montones
Un brindis a la soledad

Escrita por: Naná Soares