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Objeto

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Objeto

Pessoa objeto, você que se esconde
atrás de maquiagem e roupas,
que chora escondido porque a inveja o consome,
que se deixa controlar,
por apenas não querer mais
lutar por seus sonhos puros...

Você não tem coração?
Você não tem paz nem união?
Você não vê o que esta a sua frente...
Como consegue ignorar?
Não vê, não vê!!!

E me vem com essa conversa,
de que ignorância traz felicidade,
Você vive na verdade,
num mundo de sonhos e ilusões...

Cego já esta, e sozinho ira morrer,
se perdera em sua ignorância,
se asfixiar com seu desamor,
e não adiantara pedir minha mão,
pois não mais o verei...

vai se machucar, ate perceber,
que o errado aqui é você,
que aceita tudo e não vê!!!

Objeto

Persona objeto, tú que te escondes
detrás del maquillaje y la ropa,
que llora en secreto porque la envidia lo consume,
que se deja controlar,
solo por no querer
luchar por sus sueños puros...

¿No tienes corazón?
¿No tienes paz ni unión?
¿No ves lo que tienes frente a ti...
¿Cómo puedes ignorar?
¡No ves, no ves!

Y vienes con esa charla,
de que la ignorancia trae felicidad,
vives en realidad,
en un mundo de sueños e ilusiones...

Ya estás ciego, y solo morirás,
te perderás en tu ignorancia,
te asfixiarás con tu desamor,
y no servirá de nada pedir mi mano,
pues ya no te veré más...

Te lastimarás, hasta darte cuenta,
de que el equivocado aquí eres tú,
¡que aceptas todo y no ves!

Escrita por: Thiago Henrique