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Estrella de Papel

Lica Cecato

Estrela de Papel

Nua falha no brilho
Olha o olho na fala
Fada mesmo a deusa
Quase muda engraçada
Vai andar meu amigo
Minha memória falha
Olha o rasgo no olho
Ela dança e se cala
Com certeza o melhor
Está aqui e agora
Olha a deusa despida
Me possui, me embaralha
Estrela de papel
Mudaram as estações
Vem festejar
Doce desejo Corpo a vagar
Mas não se esperar
Saber se ter Lábios
Calma
Denso
Perfume
Nada,pausa,silêncio
Eu me canso do foco
Luz sutil, casa acesa
Assar sonhos crocantes
Dia igual, tatuagem
Sua pele com calma
As formigas são deusas
Multiplicam as horas
Passatempo de bobo
É olhar para o nada
Eu que não sei de nada
Borboleta sem hora

Estrella de Papel

En una falla en el brillo
Mira el ojo en la palabra
Hada misma la diosa
Casi muda y graciosa
Va a caminar mi amigo
Mi memoria falla
Mira el desgarro en el ojo
Ella baila y se calla
Seguramente lo mejor
Está aquí y ahora
Mira a la diosa desnuda
Me posee, me desordena
Estrella de papel
Cambiaron las estaciones
Ven a celebrar
Dulce deseo Cuerpo vagando
Pero no se espera
Saber si tener Labios
Calma
Denso
Perfume
Nada, pausa, silencio
Me canso del enfoque
Luz sutil, casa encendida
Asar sueños crujientes
Día igual, tatuaje
Tu piel con calma
Las hormigas son diosas
Multiplican las horas
Pasatiempo de tonto
Es mirar hacia la nada
Yo que no sé de nada
Mariposa sin hora

Escrita por: Jose Lourenco / Lica Cecato