Memórias
Joguei minha sorte em suas mãos
O que te faz acreditar em mim?
Nunca pensou em desistir?
Aprendi a não olhar pra trás
Não me apego em lembranças
Não faço ou acredito em promessas
Vou renascendo a cada dia
Já não tão inocente como antes
Já não depende mais de mim
Ao vento joguei o meu destino
Sou livre desse mundo agora
Suas memórias a torturam
Esse céu sobre sua cabeça
Não se preocupe com os seus pecados
Assassinos de nós mesmos
Recuerdos
Puse mi suerte en tus manos
¿Qué te hace creer en mí?
¿Nunca pensaste en rendirte?
Aprendí a no mirar atrás
No me aferro a recuerdos
No hago ni creo en promesas
Renazco cada día
Ya no tan inocente como antes
Ya no depende más de mí
Al viento lancé mi destino
Ahora soy libre de este mundo
Tus recuerdos te atormentan
Este cielo sobre tu cabeza
No te preocupes por tus pecados
Asesinos de nosotros mismos
Escrita por: Diego Alves de Oliveira, Carlo Emerson Faria Camacho, Adriano Gomes do Nascimento