Cobertor de Nuvens
Semana preguiçosa
nem o sol saiu
do seu cobertor de nuvens
do seu cobertor de nuvens
Jurei não repetir
o que desagradou
mas se a platéia insistir eu vou
Tente me esquecer
mesmo depois
do vamos ver
o meu vexame é o que restou
Aos olhos públicos
não há perdão pra quem errou
Me dê sua mão seu gozo
seu sangue em jejum
doze horas meio-dia
doze horas meio-dia
De longe um gavião
de perto um roedor
havendo quem assista eu sou um ator
Do alto a nave-mãe
envia os seus sinais
na hora H eu sempre volto atrás
Cobertor de Nuvens
Semana perezosa
ni el sol salió
de su cobertor de nubes
de su cobertor de nubes
Juré no repetir
lo que desagradó
pero si la audiencia insiste, lo haré
Intenta olvidarme
incluso después
de ver qué pasa
mi vergüenza es lo que queda
A los ojos del público
no hay perdón para quien erró
Dame tu mano, tu placer
tu sangre en ayunas
doce horas, mediodía
doce horas, mediodía
De lejos un gavilán
de cerca un roedor
si hay alguien mirando, soy un actor
Desde lo alto la nave nodriza
envía sus señales
en el momento clave, siempre retrocedo
Escrita por: Fábio Pinc / Habacuque Lima / Mauro Motoki