Monster
Tem um ser em minha mente
Nunca vi tão inocente
Incendeia essa semente
Me deixou tão diferente
Com meus olhos cheios de sangue
Então pare me encare
Marginalizado como bispo de Cagliari
Marginalizado como bispo de Cagliari
Só querem ver sua carcaça
Te ver cheio de traça
Vivendo essa merda de vida sem graça
Seja uma droga
Seja a desgraça
Seja aquilo tudo de ruim que não passa
Roda do meu Impala esmaga sua cabeça
Ostento meus transtornos nenhum que eu não mereça
Antipsicóticos na mão para que eu não enlouqueça
Atravesso o seu crânio com um tiro de escopeta
Domando minha fera puxando-a pela cauda
Alimento ela de ódio sentimento nunca acaba
Encaro ela de perto a beira do abismo
Ela me olha de volta dando um grande sorriso
Minha metódica ninguém entende
Minha neurose ninguém compreende
Liguei para a Death ela não atende
Liguei para a Death ela não atende
Minha metódica ninguém entende
Minha neurose ninguém compreende
Liguei para a Death ela não atende
Liguei para a Death ela não atende
Monstruo
Hay un ser en mi mente
Nunca vi tan inocente
Enciende esa semilla
Me dejó tan diferente
Con mis ojos llenos de sangre
Así que detente y mírame
Marginalizado como obispo de Cagliari
Marginalizado como obispo de Cagliari
Solo quieren ver tu cadáver
Verte lleno de polilla
Viviendo esta mierda de vida sin gracia
Sé una droga
Sé la desgracia
Sé todo lo malo que no se va
La rueda de mi Impala aplasta tu cabeza
Muestro mis trastornos, ninguno que no merezca
Antipsicóticos en la mano para no enloquecer
Atravieso tu cráneo con un disparo de escopeta
Domando a mi bestia tirando de su cola
La alimento con odio, un sentimiento que nunca se acaba
La miro de cerca al borde del abismo
Ella me mira de vuelta con una gran sonrisa
Mi meticulosidad nadie entiende
Mi neurosis nadie comprende
Llamé a la Muerte, no contesta
Llamé a la Muerte, no contesta
Mi meticulosidad nadie entiende
Mi neurosis nadie comprende
Llamé a la Muerte, no contesta
Llamé a la Muerte, no contesta