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Marcas de Sangue

Lilian Cristina

Madeiro pesado, por nossos pecados, Jesus carregava lá
Aqueles soldados, cruéis e malvados lhe batiam sem cessar
O seu sangue saia, nas costas descia, do seu corpo até o chão
E a marca ficava, onde Ele pisava, sei que me amava então

Marcas de sangue ficou, lá no meio da rua, em Jerusalém!
E Jesus apanhava, mas não reclamava, levando nos ombros, uma cruz também
Os soldados empurravam, quando Ele cansava, obrigando a seguir
E batia nas costas com chicote de tranças, que tinha nas pontas
Chumbos para o ferir

Na cidade saía, Simão Cireneu vinha, lá do campo chegando
Também foi obrigado, por aqueles soldados, levar a cruz nos ombros
Chegando no calvário, um triste cenário, muitos puderam ver ali
Lá pregaram Jesus, sobre aquela cruz, ficou marcas de sangue