Proletário
Porra!
Que eu trabalhe até que eu morra
Que eu esqueça que eu existo
Pra que há dor nisso tudo?
Eu me vendo, eu me puno
Estou vendado, fui convencido
Conveniente, sem princípios
Sou seu escravo, porém vivo
Rompendo com a miséria
Ameaço a produção
De toda injustiça
Nossa luta não é em vão
Que eu trabalhe
Que eu esqueça
Que eu me vendo
Que estou vendado
Você não vive os dias na minha pele, porra!
Rompendo com a miséria
Ameaço a produção
De toda injustiça
Nossa luta não é em vão
Proletario
¡Cabrón!
Que trabaje hasta que muera
Que olvide que existo
¿Para qué hay dolor en todo esto?
Me vendo, me castigo
Estoy vendado, fui convencido
Conveniente, sin principios
Soy tu esclavo, pero vivo
Rompiendo con la miseria
Amenazo la producción
De toda injusticia
Nuestra lucha no es en vano
Que trabaje
Que olvide
Que me vendo
Que estoy vendado
¡No vives los días en mi piel, cabrón!
Rompiendo con la miseria
Amenazo la producción
De toda injusticia
Nuestra lucha no es en vano