Stop
A pé, correndo pela contramão
De tantos carros que por sorte e pra facilitar
Enfileirados, liberavam minha fuga alucinada
Mas a sorte me deixou, eu não pude evitar
Virei a esquina e nem quis acreditar
Dei meia volta mas não deu pra escapar
Stop
Quem parou foi o homem,
Ou foi o automóvel
Stop
Quem parou foi o homem,
Ou foi o automóvel
Stop
Caí mas consegui levantar
Vinha voado, descendo pelo corrimão
De uma escada que por sorte e pra facilitar
Desembocava na avenida há meses interditada
Mas a sorte me deixou, eu não pude evitar
Veio sem buzina e sem farol de avisar
Um caminhão só pra me sacanear
Stop
Quem parou foi o homem,
Ou foi o automóvel
Stop
Quem parou foi o homem,
Ou foi o automóvel
Stop
Stop
Quem parou foi o homem,
Ou foi o automóvel
Stop
Quem parou foi o homem,
Ou foi o automóvel
Stop
Detente
A pie, corriendo en sentido contrario
Entre tantos autos que por suerte y para facilitar
En fila, liberaban mi huida alucinada
Pero la suerte me abandonó, no pude evitarlo
Dí la vuelta en la esquina y no podía creerlo
Di media vuelta pero no pude escapar
Detente
¿Quién se detuvo, el hombre,
O fue el automóvil?
Detente
¿Quién se detuvo, el hombre,
O fue el automóvil?
Detente
Caí pero logré levantarme
Venía volando, bajando por la baranda
De una escalera que por suerte y para facilitar
Desembocaba en la avenida hace meses interdictada
Pero la suerte me abandonó, no pude evitarlo
Vino sin bocina y sin luz para avisar
Un camión solo para fastidiarme
Detente
¿Quién se detuvo, el hombre,
O fue el automóvil?
Detente
¿Quién se detuvo, el hombre,
O fue el automóvil?
Detente
Detente
¿Quién se detuvo, el hombre,
O fue el automóvil?
Detente
¿Quién se detuvo, el hombre,
O fue el automóvil?
Detente