Fraude
Eu me angustio, eu me angustio, me deprimo, fico mal, eu fico mal
Eu sou um imbecil, eu sou um imbecil
Um cretino, um mentecapto, ah! eu sou um idiota,
Ou, um idiota
Mas eu abomino aqueles que vivem reclamando de tudo
Ah! eles falam isso, falam aquilo, mas eles nada fazem
E se acham muito bem
E também abomino aqueles que não reclamam de nada
Mas que também não fazem nada
E não sabem se estão mal ou se estão bem como
Também abomino aqueles que vivem dizendo que fazem tudo
Mas que na verdade não fazem nada e...ah! vá pro
Inferno, encheu o saco
E tudo bem...
Moda, tudo é moda, mas não há nada que incomode,
Que atinja ou melindre
Os donos das consciências, da sua (ridícula) consciência
É triste ver tantos robôs fabricados, programados, esquematizados
Com passos ensaiados, excêntricos, esquizofrênicos
Em nome da modernidade, ou, modernidade
Entra década e os cabelos crescem ,
Sai década e encurtam os cabelos...
Ah! mas eu, tolo, parvo, vil, abjecto, beócio
Não quero nem saber de cabelo, eu tô mais preocupado
É com a cabeça, ou, com a minha cabeça
Que me perdoe o walter franco, mas eu, burrão,
Imbecilzão, cretinão
Estou mais preocupadoem encontrar alguma coisa
Que faça a minha cabeça, ou, minha cabeça
Só vendo só como é que dói, só vendo só como é que dói
Saber que só tem uma rádio em que se manifesta lá em niterói
E de resto não vai nada nem melhor e nem pior
Nós ainda somos os mesmos e vivemos, nós ainda
Somos os mesmos e vivemos
Nós ainda somos os mesmos e vivemos como o belchior
Estafa
Me angustio, me angustio, me deprimo, me siento mal, me siento mal
Soy un idiota, soy un idiota
Un cretino, un tonto, ¡ah! soy un idiota
O un idiota
Pero detesto a los que se quejan de todo
¡Ah! hablan de esto, hablan de aquello, pero no hacen nada
Y se creen muy bien
Y también detesto a los que no se quejan de nada
Pero que tampoco hacen nada
Y no saben si están mal o bien
También detesto a los que dicen que hacen todo
Pero en realidad no hacen nada y... ¡vete al carajo, harto estoy!
Y todo bien...
Moda, todo es moda, pero no hay nada que moleste
Que afecte o incomode
A los dueños de las conciencias, de su (ridícula) conciencia
Es triste ver tantos robots fabricados, programados, esquematizados
Con pasos ensayados, excéntricos, esquizofrénicos
En nombre de la modernidad, o, modernidad
Entra la década y crecen los cabellos
Sale la década y se acortan los cabellos...
¡Ah! pero yo, tonto, estúpido, vil, abyecto, necio
No me importa el cabello, estoy más preocupado
Por la cabeza, o, por mi cabeza
Que me perdone Walter Franco, pero yo, tonto,
Idiotón, cretino
Estoy más preocupado en encontrar algo
Que me haga sentir bien, o, mi cabeza
Solo viendo cómo duele, solo viendo cómo duele
Saber que solo hay una radio que se manifiesta en Niterói
Y por lo demás no va ni mejor ni peor
Seguimos siendo los mismos y vivimos, seguimos
Siendo los mismos y vivimos
Seguimos siendo los mismos y vivimos como Belchior
Escrita por: Laert Sarrumor