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Augusto

Little Black Cow

Augusto

Augusto era um menino esperto que vivia a sonhar
Acordava de manhã escovava os dentes ia brincar
Nunca imaginou que ia mudar

Tinha medo de barata e via Xuxa na TV
Chorava na sessão da tarde com o filme do ET
Mas agora ele acordou e descobriu o que é viver
Não encherga mais as fantasias que antes via na TV

Indignado então, começou a se aventurar
Buscando a paz que o mundo precisava pra mudar
Por tão curto tempo buscou algo que nunca se encontrou
Infelizmente não sei se mudaremos, depende de você

Não quis acordar e ver que tudo estava ainda pior
Também não quis deixar as coisas como estavam
Queria fazer mudança com as próprias mãos
E transformar quem precisava em simples cidadãos

Mas morreu pelas mão de quem mais ajudou
Se foi sem alcançar tudo pelo que lutou

Mas não se foi em vão, nunca desistiu de lutar
Pela paz que o mundo ainda precisa pra mudar
Por tão curto tempo buscou algo que nunca se encontrou
Infelizmente nunca mudaremos, depende de você

Só depende de você.

Augusto

Augusto era un niño astuto que vivía soñando
Se despertaba por la mañana, se cepillaba los dientes y salía a jugar
Nunca imaginó que iba a cambiar

Tenía miedo a las cucarachas y veía a Xuxa en la TV
Lloraba viendo la película de ET en la tarde
Pero ahora se despertó y descubrió lo que es vivir
Ya no ve las fantasías que antes veía en la TV

Indignado entonces, comenzó a aventurarse
Buscando la paz que el mundo necesitaba para cambiar
Por poco tiempo buscó algo que nunca encontró
Lamentablemente no sé si cambiaremos, depende de ti

No quiso despertar y ver que todo estaba aún peor
Tampoco quiso dejar las cosas como estaban
Quería hacer cambios con sus propias manos
Y convertir a quienes lo necesitaban en simples ciudadanos

Pero murió a manos de quien más ayudó
Se fue sin lograr todo por lo que luchó

Pero no se fue en vano, nunca dejó de luchar
Por la paz que el mundo aún necesita para cambiar
Por poco tiempo buscó algo que nunca encontró
Lamentablemente nunca cambiaremos, depende de ti

Solo depende de ti.

Escrita por: Leonardo Bonifácio