Louras Geladas (part. Os Eremitas da Montanha)
Disfarça e faz que nem me viu
Não me ouviu te chamar
Desfaz assim de mim que nem se faz com qualquer um
Agora eu sei
Passei por cada papel e rastejei
Tentando entrar no teu céu
Agora eu sei, sei, sei, sei
Passei por cada papel
Me embriaguei e acordei no bordel
Já sei que um é pouco
Dois é bom e três é demais
E eu fico louco de ciúmes de um outro rapaz
Agora eu sei
Passei por cada papel e rastejei
Tentando entrar no teu céu
Agora eu sei, sei, sei
Passei por cada papel me embriaguei
E acordei num bordel
Na madrugada
Na mesa do bar ai
Loiras geladas, vem me consolar
Qualquer mulher é sempre assim
Vocês são todas iguais
Nos enlouquecem então se esquecem
Já não querem mais
Agora eu sei
Passei por cada papel e rastejei
Tentando entrar no teu céu
Agora eu sei, sei, sei
Passei por cada papel me embriaguei
E acordei num bordel
Mais muito mais
Na madrugada
Na mesa do bar
Loiras geladas vem me consolar
Passei por cada papel e rastejei
Passei por cada papel me embriaguei
E acordei num bordel
Rubias Heladas (part. Los Ermitaños de la Montaña)
Disimula y haz como si no me vieras
No me escuchaste llamarte
Despréciame así como no se hace con cualquiera
Ahora sé
Pasé por cada papel y repté
Intentando entrar en tu cielo
Ahora sé, sé, sé, sé
Pasé por cada papel
Me embriagué y desperté en el burdel
Ya sé que uno es poco
Dos son buenos y tres son demasiados
Y me vuelvo loco de celos por otro chico
Ahora sé
Pasé por cada papel y repté
Intentando entrar en tu cielo
Ahora sé, sé, sé
Pasé por cada papel me embriagué
Y desperté en un burdel
En la madrugada
En la mesa del bar
Rubias heladas, ven a consolarme
Cualquier mujer es siempre así
Ustedes son todas iguales
Nos enloquecen y luego se olvidan
Ya no quieren más
Ahora sé
Pasé por cada papel y repté
Intentando entrar en tu cielo
Ahora sé, sé, sé
Pasé por cada papel me embriagué
Y desperté en un burdel
Más mucho más
En la madrugada
En la mesa del bar
Rubias heladas ven a consolarme
Pasé por cada papel y repté
Pasé por cada papel me embriagué
Y desperté en un burdel
Escrita por: Luiz Schiavon / Paulo Ricardo