395px

Cínico

Lord Tagman

Cínico

Poderes, seres cruéis que eliminam sua pura essência
Não da pra escapar
Aura maligna, no olhar é só a magma
E o Tagman recita pra tu pode viajar
Com muito prazer continuo rimando
Aquilo que penso não vou regressar
Seu ouvindo sangra demônios me aplaudem
Por mais que se queira eu não vou parar
A força do mal que me guia
Tá ligado vou fazendo meu legado de um modo surreal
Tentam me derrubar, mais eu sigo firmão
Na contramão da sua visão ciclo espiritual
Sem ego prego o sentimento de fúria
Não sou mais que ninguém, não acеito pirataria
Tento ser leal com gеral, se você me odeia
É porque não conseguiu o que queria
Ate pararia não por arrogância
Mas sim pelo valor que eu sei que sempre tive
The prince of underground
Nessa porra sua opinião bosta nunca me define
É o crime
Ser verdadeiro nessa podridão onde a grana é o poder absoluto
Enquanto a maioria tenta se encaixar no padrão
Eu to vivendo no meu mundo e aqui só luto
Contra zumbis comandados pela merda da religião
Eu tenho dó dessa raça
Atrasa meu lado que eu deixo jogado
Seu corpo estirado no banco da praça
Entrelaçada na massa da raça que passa
A carcaça do filho da pula também
Se não tiver palavrão nessa porra
Aí não musica é do Tagman

Um supersayaman é muito lixo
Tem que ser um supersayajin do mal
É muito mais legal
Chegar nessa porra explodindo a sua cara
Calamidade não para isso é supernatural
Botando pânico e tal
Assim que eu prossigo
Deixando em choque os farofa do rap
Banquinha fajuta eles quer uma disputa
Lamenta informar mais é Hand of Death
Aperta o rec carai, cola co pai
Olha como ele faz
Olha come ele é sagaz
Olha como ele é demais
Não brinco em serviço
Rap é compromisso e eu vim destruir para reconstruir
O império real que desce das alturas
Para apreciar a minha música aqui
Eu sei muito bem como agir nessas horas
Sua alma evapora com o Galick Ho
Gangsta real não me leve a mal e tal
Quero que se foda mano se de mim tu não gostou
Eu vou tacando o terror
De um modo supremo
Fazendo de um jeito que serei lembrado
Monarca no rap, prazer sou o Tag
E você é quem, desculpa aliado
Horrorcore mesclado com a energia
Sublime do ser que se encontra hostil
O inseto insolente quando vê a gente
Já grita caralho (é de mais de oito mil)
Forças ocultas que eu levo comigo
Me impedem de cair ao chão
Espera eu cair espera sentando
Quem sabe tu concretize sua missão

Cínico

Poderes, seres crueles que eliminan tu pura esencia
No se puede escapar
Aura maligna, en la mirada solo hay magma
Y el Tagman recita para que puedas viajar
Con mucho gusto sigo rimando
Lo que pienso no voy a retroceder
Te escucho, sangran demonios me aplauden
Por más que se quiera, no voy a parar
La fuerza del mal que me guía
Está claro, voy haciendo mi legado de un modo surreal
Intentan derribarme, pero sigo firme
En contravía de tu visión, ciclo espiritual
Sin ego, predico el sentimiento de furia
No soy más que nadie, no acepto piratería
Intento ser leal con todos, si me odias
Es porque no lograste lo que querías
Hasta pararía, no por arrogancia
Sino por el valor que sé que siempre tuve
The prince of underground
En esta porquería, tu opinión basura nunca me define
Es el crimen
Ser verdadero en esta podredumbre donde el dinero es el poder absoluto
Mientras la mayoría intenta encajar en el patrón
Yo estoy viviendo en mi mundo y aquí solo lucho
Contra zombis comandados por la mierda de la religión
Siento pena por esta raza
Retrasa mi lado que dejo tirado
Tu cuerpo estirado en el banco de la plaza
Entretejido en la masa de la raza que pasa
La carcasa del hijo de puta también
Si no hay palabrotas en esta porquería
Entonces no es música, es del Tagman

Un supersayaman es un montón de basura
Tiene que ser un supersayajin del mal
Es mucho más divertido
Llegar a esta porquería explotando tu cara
Calamidad no para, esto es supernatural
Generando pánico y tal
Así es como prosigo
Dejando en shock a los farofas del rap
Banquinha falsa, quieren una disputa
Lamento informar, pero es Hand of Death
Aprieta el rec, carajo, acércate al pai
Mira cómo lo hace
Mira cómo es astuto
Mira cómo es increíble
No juego en servicio
El rap es compromiso y vine a destruir para reconstruir
El imperio real que desciende de las alturas
Para apreciar mi música aquí
Sé muy bien cómo actuar en estas horas
Tu alma se evapora con el Galick Ho
Gangsta real, no me malinterpretes y tal
Quiero que te jodas, hermano, si de mí no te gustó
Voy sembrando el terror
De un modo supremo
Haciendo de una manera que seré recordado
Monarca en el rap, un placer, soy el Tag
¿Y tú quién eres? Disculpa, aliado
Horrorcore mezclado con la energía
Sublime del ser que se encuentra hostil
El insecto insolente cuando nos ve
Ya grita carajo (es de más de ocho mil)
Fuerzas ocultas que llevo conmigo
Me impiden caer al suelo
Espera a que caiga, espera sentado
Quizás logres concretar tu misión

Escrita por: Lord Tagman