Costumbres Criollas
Perduran en mi pago las añejas tradiciones
Costumbres de santiago que no he de olvidar
Un chango junto al río haciendo picar mojarras
Tiritando de frío se pone a silbar
La cruz del linyerita que convoca promesantes
Sus ofrendas agita en la soledad
Costumbres lugareñas tomar aloja fresquita
Cantando vidalitas para el carnaval
Sombreando bajo un tala pa' no perder la costumbre
Mientras pito mi chala me gusta matear
Ofreciendo chipacos por las calles de mi pueblo
Un changuito mataco grita sin césar
Un viejo guitarrero recordando sus andanzas
Componiendo el garguero pretende cantar
Folclóricas costumbres añejadas por el tiempo
Crisol que llevo adentro antorcha inmortal
Costumes Crioulos
Perduram na minha terra as velhas tradições
Costumes de Santiago que não vou esquecer
Um garoto à beira do rio pescando tilápias
Tremendo de frio, começa a assobiar
A cruz do linyerita que convoca os devotos
Suas oferendas balançam na solidão
Costumes locais, tomar uma aloja gelada
Cantando vidalitas para o carnaval
Sombreando sob um tala pra não perder o costume
Enquanto toco minha flauta, gosto de tomar mate
Oferecendo chipacos pelas ruas do meu povo
Um garotinho mataco grita sem parar
Um velho violonista lembrando suas andanças
Compondo o garguero, pretende cantar
Costumes folclóricos envelhecidos pelo tempo
Crisol que levo dentro, tocha imortal
Escrita por: Manuel Augusto Jugo / Orlando Gerez