Sepultado Vivo
Um infarto o levou
Igual o do livro ressuscitou
Um coveiro bem chapado
Meio a boca o enterrou
Ela já estava com outro
Mal esperou esfriar
Golpe feito pelas coxas
Viúva negra
A morte não o levou
Ele a enganou deu a volta e a degolou
Da cova ele escapou
Saiu sedento por quem te jurou
Ele voltou pra casa
Escondeu-se na escada
Esperou ela voltar
Para se vingar
Descobriu que foi envenenado
Que o amante dela era boticário
Que foi um plano antigo para lhe matar
E sua riqueza torrar, gozar e cheirar
Agindo com ódio e rancor
Ele ficou louco e a vingança preparou
A casa ele lacrou
Tocou fogo neles e com mijo apagou
Enterrado Vivo
Un infarto lo llevó
Igual que en el libro resucitó
Un sepulturero bien drogado
Medio borracho lo enterró
Ella ya estaba con otro
Apenas esperó que se enfriara
Golpe dado por las caderas
Viuda negra
La muerte no se lo llevó
Él la engañó, dio la vuelta y la degolló
De la tumba escapó
Salió sediento por quien le juró
Regresó a casa
Se escondió en la escalera
Esperó a que ella regresara
Para vengarse
Descubrió que fue envenenado
Que su amante era boticario
Que era un plan antiguo para matarlo
Y derrochar, disfrutar y aspirar su riqueza
Actuando con odio y rencor
Se volvió loco y preparó la venganza
Selló la casa
Les prendió fuego y lo apagó con orina