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Fría Madrugada (¿Por Qué?)

Lourenço e Lourival

Fria Madrugada (Por Quê?)

É no silêncio desse dia que começa
Em minha alma permanece uma negra solidão
E o relógio já deu doze badaladas
Negra fria madrugada eu morrendo de paixão
Até agora esperei você não veio
Até quando eu não sei vai sofrer meu coração
Tenho vontade de quebrar o abajur
Por seu retrato no baú e botar fogo no colchão

Por que eu fui amar essa mulher
Eu sei que ela não me quer
E esquecê-la não consigo
Por que que eu sofro tanto assim
Viver sem ela será meu fim
Eu não mereço esse castigo

Até agora esperei você não veio
Até quando eu não sei vai sofrer meu coração
Tenho vontade de quebrar o abajur
Por seu retrato no baú e botar fogo no colchão

Por que eu fui amar essa mulher
Eu sei que ela não me quer
E esquece-la não consigo
Por que que eu sofro tanta assim
Viver sem ela será meu fim
Eu não mereço esse castigo

Fría Madrugada (¿Por Qué?)

Es en el silencio de este día que comienza
En mi alma permanece una negra soledad
Y el reloj ya ha dado doce campanadas
Fría madrugada negra, muriendo de pasión
Hasta ahora te esperé y no viniste
Hasta cuándo, no sé, mi corazón sufrirá
Tengo ganas de romper la lámpara
Por tu retrato en el baúl y prender fuego al colchón

¿Por qué amé a esta mujer?
Sé que ella no me quiere
Y no puedo olvidarla
¿Por qué sufro tanto así?
Vivir sin ella será mi fin
No merezco este castigo

Hasta ahora te esperé y no viniste
Hasta cuándo, no sé, mi corazón sufrirá
Tengo ganas de romper la lámpara
Por tu retrato en el baúl y prender fuego al colchón

¿Por qué amé a esta mujer?
Sé que ella no me quiere
Y no puedo olvidarla
¿Por qué sufro tanto así?
Vivir sin ella será mi fin
No merezco este castigo

Escrita por: Constantino Mendes