Remorso Na Conciência
Você reclama que esta vida não é vida
Sempre a minha despedida
Pra você causa revolta
Fica sozinha enciumada quase louca
Quando volto para outra
Que ao sorrir me abre a porta
Por quantas vezes por deixar você chorando
Chego em casa disfarçando
Pra esconder meu desespero
Em pensamento eu te vejo amargurada
Soluçando debruçada
Sobre os dois travesseiros
E a minha esposa sem um pingo de suspeita
Ao meu lado então se deita
Me abraçando com carinho
E o seu afeto cheio de tanta inocência
Só em minha consciência
Como se fosse espinho
Remordimiento en la Conciencia
Tú te quejas de que esta vida no es vida
Siempre mi despedida
Para ti causa revuelo
Quedas sola, celosa casi loca
Cuando regreso con otra
Que al sonreír me abre la puerta
Por cuántas veces al dejarte llorando
Llego a casa disimulando
Para ocultar mi desesperación
En mi mente te veo amargada
Sollozando inclinada
Sobre las dos almohadas
Y mi esposa sin una pizca de sospecha
A mi lado entonces se acuesta
Abrazándome con cariño
Y su afecto lleno de tanta inocencia
Solo en mi conciencia
Como si fuera una espina
Escrita por: Praense / Rubens Avelino