Noite Na Itapura
Noite fria, vazia, infindável espera
Estar junto de ti, ai meu Deus, quem me dera
Luzes vêm e vão
E eu preciso ir
Mas você não está aqui
Malabares cantantes, sul-americanos
Entre frases de fé e anúncios profanos
Aqui nada muda
Mas sempre é tão lindo
Ver o Sol se despedindo
São tantas histórias sem final feliz
Que serão memórias quando eu partir
Aceito a demora
Venha a qualquer hora
Só não me deixe aqui
Noite sóbria, imprópria, eu ainda te espero
Estar junto de ti é o que eu mais quero
Luzes vêm e vão
E eu preciso ir
Mas você não está aqui
Moradores de rua, órfãos do barão
Fazem de mãe a Lua e de cama o chão
Alguns usam terno
Outros a ternura
Cidadãos da Itapura
São tantas histórias sem final feliz
Que serão memórias quando eu partir
Aceito a demora
Venha a qualquer hora
Só não me deixe aqui
Aceito a demora
Venha a qualquer hora
Só não me deixe aqui
Só não me deixe aqui
Só não me deixe aqui
Noche en Itapura
Noche fría, vacía, espera interminable
Estar contigo, ay Dios mío, quién lo deseara
Luces vienen y van
Y necesito irme
Pero tú no estás aquí
Malabaristas cantantes, sudamericanos
Entre frases de fe y anuncios profanos
Aquí nada cambia
Pero siempre es tan hermoso
Ver al Sol despidiéndose
Son tantas historias sin final feliz
Que serán recuerdos cuando me vaya
Acepto la demora
Ven cuando sea
Solo no me dejes aquí
Noche sobria, impropia, aún te espero
Estar contigo es lo que más deseo
Luces vienen y van
Y necesito irme
Pero tú no estás aquí
Moradores de la calle, huérfanos del barón
Hacen de la Luna madre y de la cama su suelo
Algunos usan traje
Otros la ternura
Ciudadanos de Itapura
Son tantas historias sin final feliz
Que serán recuerdos cuando me vaya
Acepto la demora
Ven cuando sea
Solo no me dejes aquí
Acepto la demora
Ven cuando sea
Solo no me dejes aquí
Solo no me dejes aquí
Solo no me dejes aquí
Escrita por: Leonardo Godoi / Luan Franco