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Platón y la Cuarentena

Lucas Grill

Platão e a Quarentena

O que eu sinto por você já não é uma quedinha
Baby é um precipício
Eu sei estes quatro acordes eles são tão bobinhos
Mas já tá tudo tão difícil
E tentar te contar como eu me sinto é como
Tentar contar quantas formigas pretas
Cabem dentro das entranhas de uma baleia azul
Ou tentar contar quantas as incertezas
Que "incertam", que despertam, que não cessam
Nessa nossa América do Sul
Eu não tenho certeza de nada
Mas baby eu estou certo de você
É eu não sirvo mesmo pra nada
Nem mesmo consigo te conhecer
Ninguém mais tem certeza de nada
Mas certezas são certas de não ser
Sai desse meu mundo das ideias
Que eu saio da quarentena pra te ver
Só que não
Vou
Mentira

Platón y la Cuarentena

Lo que siento por ti ya no es un simple gusto
Nena, es un precipicio
Sé que estos cuatro acordes son tan tontos
Pero todo está tan difícil
Intentar contarte cómo me siento es como
Intentar contar cuántas hormigas negras
Caben dentro de las entrañas de una ballena azul
O intentar contar cuántas son las incertidumbres
Que 'inciertan', que despiertan, que no cesan
En nuestra América del Sur
No tengo certeza de nada
Pero nena, estoy seguro de ti
Sí, no sirvo para nada
Ni siquiera puedo conocerte
Nadie tiene certeza de nada
Pero las certezas son seguras de no ser
Sal de mi mundo de ideas
Que salgo de la cuarentena para verte
Pero no
Voy
Mentira

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