Arreda Pé
Vento soprou eu quero ver balancear
Na meia noite fui ligeiro no Cruzeiro dia
De segunda feira e fogueira Santa
Com sete terras pra despacho diferente galo preta chama ardentete pra saudar exu
E na porteira vi um homem encostado enviado do diabo com toda certeza
Era João mestre da força da calunga
Que gritou minha digína e sorrindo ele falou
Nao entra filho arreda pé da porteira dia de segunda feira catacumba
É do caveira deixa exu trabalhar
Bela que mata, há de quebra as demandas na porteira do Cruzeiro ina ina emojuba
Arreda Pé
El viento sopló, quiero ver balancear
A medianoche fui ligero en el Cruzeiro día
De lunes y fogata Santa
Con siete tierras para un despacho diferente, gallo negro llama ardientemente para saludar a Exu
Y en la puerta vi a un hombre apoyado enviado del diablo con toda certeza
Era João, maestro de la fuerza de la calunga
Que gritó mi dignidad y sonriendo dijo
No entres hijo, ¡arreda pé de la puerta, día de lunes, catacumba!
Es del esqueleto, deja a Exu trabajar
Bella que mata, ha de romper las demandas en la puerta del Cruzeiro ina ina emojuba