Derrota
Ai lá no bairro aonde eu moro
Assim o pessoal proseia
Que os campeão da redondeza
Da minha fama receia.
Ai por saber que do meu lado
A corda velha não bambeia
Só lembram de Santa Bárbara
Na hora que relampeia.
Ai gente que só garganteava
Tem a pulga atrás da orelha
Nas festas que vou chegando
A violeirada raleia.
Ai eles vão se escorregando
Que nem lagarto na areia
Lugar que a onça transita
Os macacos não passeia
Ai tem violeiro imitador
Que longe de mim papeia
Dentro do meu repertório
Eu não tenho moda feia
Ai forgasão que não faz moda
Não leva tempo chateia
Perto do gavião penacho
Os passarinhos não gorgeia
Ai eu e o meu companheiro
Canta baixo e ondeia
Coração pode ser duro
Com nossos versos brandeia
Ai quando estamos cantando
Os violeiros desnorteia
Perto da estrela d'alva
Outra estrela não clareia
Derrota
Ay en el barrio donde vivo
Así que la gente prosa
Que los campeones del barrio
Mi fama tiene miedo
¡Ay de saber eso de mi lado!
La cuerda vieja no hace bambú
Todo lo que recuerdan es Santa Bárbara
En el momento en que parpadea
Oh, la gente que sólo se ahogaba
Tiene la pulga detrás de su oreja
En las fiestas que voy
La violeirada raleia
Entonces se escapan
Como un lagarto en la arena
Lugar donde el jaguar
Los monos no caminan
Oh, ahí está la guitarra imitadora
¿Qué tan lejos de mí papeia
Dentro de mi repertorio
No tengo moda fea
¡Ay de la forja que no hace moda!
No toma tiempo trastos
Cerca del halcón penacho
Los pajaritos no se desfilan
Oh, mi compañero y yo
Canta bajo y saludó
El corazón puede ser duro
Con nuestros versos brandees
Oh, cuando estamos cantando
Los violadores confundidos
Cerca de la estrella d'alva
Otra estrella no más brillante