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A Dos, a Mil...

Luciano Bahia

A Dois, a Mil...

Apareça ao menos pra explicar
Se dormiu mal, se comeu bem
Se leu o jornal
Não, não diga não pra definir
O que não é o fim não é
O fim não há

Deixe algum bilhete pra existir
Recordação coisa que não
Vá se apagar
Já faz ventania e nossa dor
Virá depois, a dois, a mil
Onde vai dar

É assim
Que eu vejo esses seus olhos vermelhos
Que eu sinto esse jogo de espelhos
Pois eu também quero ficar

Leve a chave
Esqueça a porta encostada
Na ida se mudar de ideia
Não bata antes de entrar

Deixe algum bilhete pra existir
Recordação coisa que não
Vá se apagar
Já faz ventania e nossa dor
Virá depois, a dois, a mil
Onde vai dar

É assim
Que eu vejo esses seus olhos vermelhos
Que eu sinto esse jogo de espelhos
Pois eu também quero ficar

Leve a chave
Esqueça a porta encostada
Na ida se mudar de ideia
Não bata antes de entrar

É assim
É assim

A Dos, a Mil...

Aparece al menos para explicar
Si dormiste mal, si comiste bien
Si leíste el periódico
No, no digas no para definir
Lo que no es el fin no es
El fin no existe

Deja alguna nota para existir
Recuerdo cosa que no
Se apagará
Ya hace viento y nuestro dolor
Vendrá después, a dos, a mil
¿A dónde llevará?

Así es
Que veo esos ojos rojos tuyos
Que siento este juego de espejos
Porque también quiero quedarme

Lleva la llave
Olvida la puerta entreabierta
Si cambias de opinión en el camino
No golpees antes de entrar

Deja alguna nota para existir
Recuerdo cosa que no
Se apagará
Ya hace viento y nuestro dolor
Vendrá después, a dos, a mil
¿A dónde llevará?

Así es
Que veo esos ojos rojos tuyos
Que siento este juego de espejos
Porque también quiero quedarme

Lleva la llave
Olvida la puerta entreabierta
Si cambias de opinión en el camino
No golpees antes de entrar

Así es
Así es

Escrita por: Fernando Garcia / Luciano Bahia