Não Tenho Nada a Fazer
O meu corpo frágil de desesperado
Não aguenta as decepções, não supera as desilusões
Mas que jeito amargo de encarar os fatos
Não supera então a dor, que me leva sem pudor
E então, o que vai ser de nós sem razão, só vou chorar depois
Não vou mais me preocupar, sei que posso até mudar, mas se não quiser
Não tenho nada a fazer
Não vou mais me entregar, pra você nem pra ninguém
Sei que posso até te amar, mas amarei a mim também
Falo pelo que eu já fiz
Pelo que você já fez
Se quiser pode voltar ou ficar aonde está
E então, o que vai ser de nós sem razão, só vou chorar depois
Não vou mais me preocupar, sei que pode me perdoar, mas se não quiser, se não tentar
Não tenho nada a fazer.
No tengo nada que hacer
Mi cuerpo frágil y desesperado
No aguanta las decepciones, no supera las desilusiones
Qué amarga forma de enfrentar los hechos
No supera entonces el dolor, que me lleva sin pudor
Y entonces, ¿qué será de nosotros sin razón, solo lloraré después?
No me preocuparé más, sé que incluso puedo cambiar, pero si no quieres
No tengo nada que hacer
No me entregaré más, ni a ti ni a nadie
Sé que incluso puedo amarte, pero también me amaré a mí mismo
Hablo por lo que he hecho
Por lo que tú has hecho
Si quieres puedes volver o quedarte donde estás
Y entonces, ¿qué será de nosotros sin razón, solo lloraré después?
No me preocuparé más, sé que puedes perdonarme, pero si no quieres, si no lo intentas
No tengo nada que hacer.
Escrita por: Luciano Campos