Dueño de Nada
No te afanes porque ahora tienes modo
Ni te sientas superior a los demás
En el mundo pasajeros somos todos
Lo que tienes a otros dueños pasara
Date cuenta que el dinero en nuestras manos
Fácilmente como el agua se nos va
Se te acaba si bien gastas o malgastas
Si lo guardas el ocio se logrará
Yo por eso de riquezas no hago alarde
Pues todo eso es ilusorio para mí
Ni la tierra o el dinero no es de nadie
Son apegos que atormentar al partir
De la tierra o el dinero no es de nadie
Son apegos que atormentar al partir
Dolor mamacita
Cuantos ahí que se ilusionan en la vida
Cuando ven el brillo ansioso del metal
Se ilusionan por el oro y el dinero
Pertenencias que en el mundo dejaras
Nunca humilles a los pobres con dinero
No te engañes si hoy lo tienes por montón
No te olvides que al final en la partida
Son iguales los ricos en el cartón
Yo por eso de riquezas no hago alarde
Pues todo eso es ilusorio para mí
Ni la tierra o el dinero no es de nadie
Son apegos que atormentar al partir
De la tierra o el dinero no es de nadie
Son apegos que atormentar al partir
Dono de Nada
Não se preocupe porque agora você tem um jeito
Não se sinta superior aos outros
No mundo, somos todos passageiros
O que você tem passará para outros
Perceba que o dinheiro em nossas mãos
Facilmente escorre como água
Acaba se gasta bem ou mal
Se guarda, o ócio se instalará
Por isso não me vanglorio de riquezas
Pois tudo isso é ilusório para mim
Nem a terra nem o dinheiro pertencem a ninguém
São apegos que atormentam ao partir
Da terra ou do dinheiro, não é de ninguém
São apegos que atormentam ao partir
Dor, querida mãe
Quantos se iludem na vida
Ao verem o brilho ansioso do metal
Iludem-se com ouro e dinheiro
Posses que deixarão no mundo
Nunca humilhe os pobres com dinheiro
Não se engane se hoje o tem em abundância
Não esqueça que no final, na partida
Os ricos são iguais no caixão
Por isso não me vanglorio de riquezas
Pois tudo isso é ilusório para mim
Nem a terra nem o dinheiro pertencem a ninguém
São apegos que atormentam ao partir
Da terra ou do dinheiro, não é de ninguém
São apegos que atormentam ao partir