Caminhos de Outono
Percorro caminhos de Outono
Apanho vidas pelo chão
Guardo folhas sem retorno
Escrevo nelas com paixão
Digo aqui ao vento novo
Novas coisas da emoção
Peço alto que sopre louco
Que te as leve ao coração
São palavras que eu colhi
Pelos trilhos do andar
São fervores do fundo de mim
Que eu contigo vou libertar
Ouve então o meu de ti
Que te conto a cantar
São pedaços que não esqueci
Que em cada canto de ti … EU VOU AMAR
Ref. És mar que agita sem parar
Vento que sopra sem levar
Livre que voa sem roubar
Ar que respira sem fechar
És desejo que aquece sem queimar
Água que bebo sem beber
Tempo que corre sem escoar
Corpo que anseio sem prender
És lua que brilha sem ofuscar
Noite que encanta sem esgotar
Sonho que acaba ao acordar
Mas logo volta ao levantar
És dia que percorro sem cansar
Riso que largo sem perder
Rio que nado sem gelar
És vida que vivo até morrer
És vida que vivo até morrer
És vida que vivo até morrer
Caminos de Otoño
Recorro caminos de Otoño
Recojo vidas del suelo
Guardo hojas sin retorno
Escribo en ellas con pasión
Le digo al viento nuevo aquí
Nuevas cosas de la emoción
Pido fuerte que sople loco
Que te lleve al corazón
Son palabras que he recogido
Por los senderos de andar
Son fervores desde lo más profundo de mí
Que contigo voy a liberar
Escucha entonces lo mío de ti
Que te cuento cantando
Son pedazos que no he olvidado
Que en cada rincón de ti ... YO VOY A AMAR
Ref. Eres mar que agita sin parar
Viento que sopla sin llevar
Libre que vuela sin robar
Aire que respira sin cerrar
Eres deseo que calienta sin quemar
Agua que bebo sin beber
Tiempo que corre sin agotarse
Cuerpo que anhelo sin atar
Eres luna que brilla sin opacar
Noche que encanta sin agotar
Sueño que termina al despertar
Pero pronto vuelve al levantarse
Eres día que recorro sin cansarme
Risa que suelto sin perder
Río en el que nado sin helarme
Eres vida que vivo hasta morir
Eres vida que vivo hasta morir
Eres vida que vivo hasta morir