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¡Ja! ¡Ja! Benefactores

Luiz Caldas

Há! Há! Benfeitores

A descaração
É o espelho da sociedade
A fome meu irmão
Já não é mais novidade

A declaração
É o projeto da humanidade
Pague meu irmão
Depois fique na saudade

São cobras sem clave
E enclave da nação
Amenidades dispersas
Na multidão

Matar a maldade e a fome
Mas não tem irmão
Só resta o gostinho salgado
Da solidão

A reclamação
Pode ser um pulo
Pra felicidade
Qualquer arrumação
É como prova de validade

Ser patriota ou não
É conviver com essa verdade
Punir a construção
Da corrupção
Ou de qualquer maldade

Barracos na chuva
Parecem papelão
São sofredores incertos
Da evolução

Ministros sinistros
Dão gritos
Na escuridão
Fazem promessas incríveis
Pra multidão

A aglomeração
De benfeitores
Nessa cidade
Essa vil condução
Está longe da realidade

Se ajoelhar pra cruz
É o que resta pra toda cidade
Distante dos azuis
A gente sonha
Com qualquer beldade

A descaração
É o espelho da sociedade
A fome meu irmão
Já não é mais novidade

A declaração
É o projeto da humanidade
Pague meu irmão
Depois fique na saudade

São cobras sem clave
E enclave da nação
Amenidades dispersas
Na multidão

Matar a maldade e a fome
Mas não tem irmão
Só resta o gostinho salgado
Da solidão

A reclamação
Pode ser um pulo
Pra felicidade
Qualquer arrumação
É como prova de validade

Ser patriota ou não
É conviver com essa verdade
Punir a construção
Da corrupção
Ou de qualquer maldade

Barracos na chuva
Parecem papelão
São sofredores incertos
Da evolução

Ministros sinistros
Dão gritos
Na escuridão
Fazem promessas incríveis
Pra multidão

A aglomeração
De benfeitores
Nessa cidade
Essa vil condução
Está longe da realidade

Se ajoelhar pra cruz
É o que resta pra toda cidade
Distante dos azuis
A gente sonha
Com qualquer beldade

¡Ja! ¡Ja! Benefactores

La descarada
Es el espejo de la sociedad
El hambre, hermano
Ya no es más novedad

La declaración
Es el proyecto de la humanidad
Paga, hermano
Después queda la nostalgia

Son serpientes sin clave
Y enclave de la nación
Amenidades dispersas
En la multitud

Matar la maldad y el hambre
Pero no hay hermano
Solo queda el sabor salado
De la soledad

La queja
Puede ser un salto
Hacia la felicidad
Cualquier arreglo
Es como prueba de validez

Ser patriota o no
Es convivir con esta verdad
Castigar la construcción
De la corrupción
O de cualquier maldad

Casas de cartón
Parecen de papel
Son sufridores inciertos
De la evolución

Ministros siniestros
Gritan
En la oscuridad
Hacen promesas increíbles
Para la multitud

La aglomeración
De benefactores
En esta ciudad
Esta vil conducción
Está lejos de la realidad

Arrodillarse ante la cruz
Es lo que queda para toda la ciudad
Lejos de los azules
Soñamos
Con cualquier belleza

La descarada
Es el espejo de la sociedad
El hambre, hermano
Ya no es más novedad

La declaración
Es el proyecto de la humanidad
Paga, hermano
Después queda la nostalgia

Son serpientes sin clave
Y enclave de la nación
Amenidades dispersas
En la multitud

Matar la maldad y el hambre
Pero no hay hermano
Solo queda el sabor salado
De la soledad

La queja
Puede ser un salto
Hacia la felicidad
Cualquier arreglo
Es como prueba de validez

Ser patriota o no
Es convivir con esta verdad
Castigar la construcción
De la corrupción
O de cualquier maldad

Casas de cartón
Parecen de papel
Son sufridores inciertos
De la evolución

Ministros siniestros
Gritan
En la oscuridad
Hacen promesas increíbles
Para la multitud

La aglomeración
De benefactores
En esta ciudad
Esta vil conducción
Está lejos de la realidad

Arrodillarse ante la cruz
Es lo que queda para toda la ciudad
Lejos de los azules
Soñamos
Con cualquier belleza

Escrita por: Luiz Caldas