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Reggae o Edén

Luís Felipe Marques Lima

Reggae o Éden

A que saudade
Quando eu te encontrava no jardim
Todo fim de tarde
Apresentava sua glória a mim
Eu podia desfrutar do seu amor
Lado a lado
Uou-ou-ou-ou
Lado a lado

Eu caminhava contigo
Uou-ou-ou
Podia te chamar de meu amigo
Uou-ou-ou
Meu amor

Mas o orgulho eu conheci
Nã-nã-não
Do fruto proibido eu comi
Não me saciou
Então a sua voz eu temi
Me questionou
Ei, homem, onde está você?

Eu tentei te culpar
Pelos erros que são meus
Mas não pude negar
A bondade do meu Deus

Ah, eu levei à perdição
Quem ainda não nasceu
Com sangue nas mãos
O culpado sou eu

Mas Ele se entregou
Lá na cruz
E anulou os meus pecados
Foi meu Deus, foi Jesus
Foi pelo sangue derramado

E hoje o Éden se faz
Em cada um que crê
Com seu Espírito de paz
Pode reinar em você

Reggae o Edén

A qué nostalgia
Cuando te encontraba en el jardín
Cada atardecer
Me mostrabas tu gloria a mí
Podía disfrutar de tu amor
Lado a lado
Uou-ou-ou-ou
Lado a lado

Caminaba contigo
Uou-ou-ou
Podía llamarte mi amigo
Uou-ou-ou
Mi amor

Pero conocí el orgullo
Nã-nã-não
Del fruto prohibido yo comí
No me sació
Entonces temí tu voz
Me cuestionó
Ey, hombre, ¿dónde estás?

Intenté culparte
Por los errores que son míos
Pero no pude negar
La bondad de mi Dios

Ah, llevé a la perdición
A quien aún no ha nacido
Con sangre en las manos
El culpable soy yo

Pero Él se entregó
Allí en la cruz
Y anuló mis pecados
Fue mi Dios, fue Jesús
Fue por la sangre derramada

Y hoy el Edén se hace
En cada uno que cree
Con su Espíritu de paz
Puede reinar en ti

Escrita por: Luís Felipe Marques Lima