Das promessas que não jurei
Agora te direi, com certo alento
Às tuas doces e meigas fantasias
Com amor fagueiro me entregarei
E nesse puro contentamento
Teu olhar coloria nosso entendimento
E o pensamento
Será daqui pra diante
Teu mais leal e servil amante
E sobre o teu encanto
Te digo o quanto o adorei
E em tua luz, iluminou
Nos cantos todos os breus
Renovou a fé em Deus
Converteu até ateus
E em todo dia que o amor
Se sentia, fraco, doído
A paixão fenecia
Com tua figura forte e bela
A esperança renascia
Donzela, divina bonança
Dança em meio a procela
Com a tempestade, pinta
Na vida serenas aquarelas
Então não se despeça
Deixa a magia surgir
Não tenha nenhuma pressa
Deixe a alegria sorrir
Nossa vida começa
Não vamos desistir
Essa é a minha promessa
Querer sempre só você!
Escrita por: Luis H. Rocha