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Pagando el Patito

Luiz Vieira

Pagando o Pato

Seu delegado digo com sinceridade
Eu não sou cabra pra enjeitar parada assim
Se digo isso porque sei que é verdade
Não mato cobra pra dizer que é mucuim
Olha eu não tenho nada, nada com Albertina
Desde menina que ela faz fuxico assim
Não tenho culpa se ela veve nas esquina
Dizendo as coisas e botando a culpa em mim

Vovó dizia que muié da perna fina
Só duas coisas acontece num vareia
Se dá pra boa já se vê desde menina
Ou então cresce pra falar da vida alheia
Esse negócio de dizer que eu sou culpado
De umas coisa que nem sei donde é que vem
Só tem um jeito de provar seu delegado
Deixa nascer pra ver a cara que ele tem
Deixa nascer pra ver com que cara ele vem

Pagando el Patito

Tu comisario, te lo digo sinceramente
No soy tonto para rechazar esta situación
Lo digo porque sé que es verdad
No mato serpientes para decir que son ratas
Mira, no tengo nada, nada que ver con Albertina
Desde niña que ella chismea así
No es mi culpa si ella anda por las esquinas
Diciendo cosas y echándome la culpa a mí

La abuela decía que las mujeres de piernas delgadas
Solo dos cosas suceden cuando se pavonean
Si es para bien, se ve desde niña
O si no, crecen para hablar de la vida ajena
Este asunto de decir que soy culpable
De algo que ni siquiera sé de dónde viene
Solo hay una forma de probarlo, señor comisario
Dejar que nazca para ver la cara que tiene
Dejar que nazca para ver con qué cara viene

Escrita por: Luiz Vieira