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En Mi Hamaca

Luísa e Os Alquimistas

Na Minha Rede

Vem cá se balançar na minha rede, vem
Se lambuzar nesse chamego, vem
Que é pra matar toda essa sede, vem

Tu pode amanhecer aqui
Te ofereço o elixir
Chega logo
Se sinta em casa
Que a mesa tá farta
E tu não me escapa

A gente é tipo passarin
Que vive sempre longe do ninho
Vai voando fugindo do frio
Nessa vida cigana
Que a gente se encaixa

Esse swing manhoso
Que só você tem
Quero matar a saudade
Desse vai e vem

Se você disser que sim
Eu vou
Te chamar
Vem pra balançar

Vem cá se balançar na minha rede, vem
Se lambuzar nesse chamego, vem
Que é pra matar toda essa sede, vem
De bagunçar o corpo inteiro, vem
Se permitir amar sem medo, vem
Vem cá

Vem cá se balançar na minha rede, vem
Se lambuzar nesse chamego, vem
Que é pra matar toda essa sede, vem
De bagunçar o corpo inteiro, vem
Se permitir amar sem medo, vem
Vem cá

Tu pode amanhecer aqui
Te ofereço o elixir
Chega logo
Se sinta em casa
Que a mesa tá farta
E tu não me escapa

A gente é tipo passarin
Que vive sempre longe do ninho
Vai voando fugindo do frio
Nessa vida cigana
Que a gente se encaixa

Que swing manhoso
Esse que a gente tem
Quero matar a saudade
Desse vai e vem

Se você disser que sim
Eu vou
Te chamar
Vem pra balançar

Vem cá se balançar na minha rede, vem
Se lambuzar nesse chamego, vem
Que é pra matar toda essa sede, vem
De bagunçar o corpo inteiro, vem
Se permitir amar sem medo, vem
Vem cá

Vem cá se balançar na minha rede, vem
Se lambuzar nesse chamego, vem
Que é pra matar toda essa sede, vem
De bagunçar o corpo inteiro, vem
Se permitir amar sem medo, vem
Vem cá

En Mi Hamaca

Vente a balancearte en mi hamaca, ven
A embarrarte en este cariño, ven
Para saciar toda esta sed, ven

Puedes amanecer aquí
Te ofrezco el elixir
Ven pronto
Siéntete como en casa
Que la mesa está servida
Y no te me escapas

Somos como pájaros
Que siempre viven lejos del nido
Volando huyendo del frío
En esta vida gitana
Donde encajamos

Ese balanceo coqueto
Que solo tú tienes
Quiero matar la nostalgia
De este ir y venir

Si dices que sí
Voy a
Llamarte
Ven a balancearte

Vente a balancearte en mi hamaca, ven
A embarrarte en este cariño, ven
Para saciar toda esta sed, ven
De desordenar todo el cuerpo, ven
Permitirte amar sin miedo, ven
Vente aquí

Vente a balancearte en mi hamaca, ven
A embarrarte en este cariño, ven
Para saciar toda esta sed, ven
De desordenar todo el cuerpo, ven
Permitirte amar sin miedo, ven
Vente aquí

Puedes amanecer aquí
Te ofrezco el elixir
Ven pronto
Siéntete como en casa
Que la mesa está servida
Y no te me escapas

Somos como pájaros
Que siempre viven lejos del nido
Volando huyendo del frío
En esta vida gitana
Donde encajamos

Ese balanceo coqueto
Que tenemos
Quiero matar la nostalgia
De este ir y venir

Si dices que sí
Voy a
Llamarte
Ven a balancearte

Vente a balancearte en mi hamaca, ven
A embarrarte en este cariño, ven
Para saciar toda esta sed, ven
De desordenar todo el cuerpo, ven
Permitirte amar sin miedo, ven
Vente aquí

Vente a balancearte en mi hamaca, ven
A embarrarte en este cariño, ven
Para saciar toda esta sed, ven
De desordenar todo el cuerpo, ven
Permitirte amar sin miedo, ven
Vente aquí

Escrita por: Gabriel Souto / Luisa Nascim / Pedro Regada / tal pessoa