Fantasmas
Ainda que soubesse viver
Não, jamais saberia viver como eu
Tento chegar em algum lugar perto de ti
Nada, nada, nada a chegar
Nada, nada, nada a chegar
Tudo vai bem, mas não vai a lugar nenhum
Sem rumo ou paixão eu sigo em vão em meio a escuridão
Mas vou além do que você jamais pensou
Mas vou além do que você jamais chegou
Ainda que eu saiba como viver
Muito rápido passa e nada realizei
Canto aos fantasmas da minha caixa solitária
Mas os fantasmas não podem ouvir
Então eu canto para o nada
Fantasmas
Aunque supiera vivir
No, jamás sabría vivir como yo
Intento llegar a algún lugar cerca de ti
Nada, nada, nada que alcanzar
Nada, nada, nada que alcanzar
Todo va bien, pero no va a ningún lado
Sin rumbo o pasión sigo en vano en medio de la oscuridad
Pero voy más allá de lo que jamás pensaste
Pero voy más allá de lo que jamás llegaste
Aunque sepa cómo vivir
Pasa muy rápido y no logré nada
Canto a los fantasmas de mi caja solitaria
Pero los fantasmas no pueden escuchar
Así que canto para la nada
Escrita por: João Luiz, Luisz