Chuculatera
Chuculatêra frevendo
De café cheínha ao meio
Me dê dois tons de conversa, morena
E baixe a saia do joêio
Que o povo que tá por perto
Fala muito e acha feio
Que o povo que tá por perto
Fala muito e acha feio
Meu bem se eu subir eu caio
Nas gáia do cajueiro
Pois tô de ôio amarrado
Nas vorta do seu joêio
Mamãe se eu subir eu caio
Nas gáia do cajueiro
Pois tô de ôio amarrado
Nas vorta do seu joêio
Eu vim lá das imburana
Pra tocar nesse rachado
Eu vim lá das imburana
Pra tocar nesse rachado
Me chame o dono da casa
Venho de muito avexado
E você baixa essa saia, morena
Sou cabra descabriado
Mamãe se eu subir eu caio
Nas gáia do cajueiro
Pois tô de ôio amarrado
Nas vorta do seu joêio
Mamãe se eu subir eu caio
Nas gáia do cajueiro
Pois tô de ôio amarrado
Nas vorta do seu joêio
Eu vim lá das imburana
Pra tocar nesse rachado
Eu vim lá das imburana
Pra tocar nesse rachado
Me chame o dono da casa
Venho de muito avexado
E você baixa essa saia, morena
Sou cabra descabriado
Mamãe se eu subir eu caio
Nas gáia do cajueiro
Pois tô de ôio amarrado
Nas vorta do seu joêio
Chuculatera
Chuculatera hirviendo
De café hasta arriba
Dame dos tonos de charla, morena
Y baja la falda del jopo
Que la gente que está cerca
Habla mucho y le parece feo
Que la gente que está cerca
Habla mucho y le parece feo
Mi amor, si subo, caigo
En las ramas del cajú
Porque tengo los ojos atados
A las vueltas de tu jopo
Mamá, si subo, caigo
En las ramas del cajú
Porque tengo los ojos atados
A las vueltas de tu jopo
Vengo de las imburanas
Para tocar en este rachado
Vengo de las imburanas
Para tocar en este rachado
Llama al dueño de la casa
Vengo muy avexado
Y tú baja esa falda, morena
Soy un cabro desvergonzado
Mamá, si subo, caigo
En las ramas del cajú
Porque tengo los ojos atados
A las vueltas de tu jopo
Mamá, si subo, caigo
En las ramas del cajú
Porque tengo los ojos atados
A las vueltas de tu jopo
Vengo de las imburanas
Para tocar en este rachado
Vengo de las imburanas
Para tocar en este rachado
Llama al dueño de la casa
Vengo muy avexado
Y tú baja esa falda, morena
Soy un cabro desvergonzado
Mamá, si subo, caigo
En las ramas del cajú
Porque tengo los ojos atados
A las vueltas de tu jopo