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Chuculatera

Luiz Gonzaga

Chuculatera

Chuculatêra frevendo
De café cheínha ao meio
Me dê dois tons de conversa, morena
E baixe a saia do joêio
Que o povo que tá por perto
Fala muito e acha feio
Que o povo que tá por perto
Fala muito e acha feio

Meu bem se eu subir eu caio
Nas gáia do cajueiro
Pois tô de ôio amarrado
Nas vorta do seu joêio

Mamãe se eu subir eu caio
Nas gáia do cajueiro
Pois tô de ôio amarrado
Nas vorta do seu joêio

Eu vim lá das imburana
Pra tocar nesse rachado
Eu vim lá das imburana
Pra tocar nesse rachado
Me chame o dono da casa
Venho de muito avexado
E você baixa essa saia, morena
Sou cabra descabriado

Mamãe se eu subir eu caio
Nas gáia do cajueiro
Pois tô de ôio amarrado
Nas vorta do seu joêio

Mamãe se eu subir eu caio
Nas gáia do cajueiro
Pois tô de ôio amarrado
Nas vorta do seu joêio

Eu vim lá das imburana
Pra tocar nesse rachado
Eu vim lá das imburana
Pra tocar nesse rachado
Me chame o dono da casa
Venho de muito avexado
E você baixa essa saia, morena
Sou cabra descabriado

Mamãe se eu subir eu caio
Nas gáia do cajueiro
Pois tô de ôio amarrado
Nas vorta do seu joêio

Chuculatera

Chuculatera hirviendo
De café hasta arriba
Dame dos tonos de charla, morena
Y baja la falda del jopo
Que la gente que está cerca
Habla mucho y le parece feo
Que la gente que está cerca
Habla mucho y le parece feo

Mi amor, si subo, caigo
En las ramas del cajú
Porque tengo los ojos atados
A las vueltas de tu jopo

Mamá, si subo, caigo
En las ramas del cajú
Porque tengo los ojos atados
A las vueltas de tu jopo

Vengo de las imburanas
Para tocar en este rachado
Vengo de las imburanas
Para tocar en este rachado
Llama al dueño de la casa
Vengo muy avexado
Y tú baja esa falda, morena
Soy un cabro desvergonzado

Mamá, si subo, caigo
En las ramas del cajú
Porque tengo los ojos atados
A las vueltas de tu jopo

Mamá, si subo, caigo
En las ramas del cajú
Porque tengo los ojos atados
A las vueltas de tu jopo

Vengo de las imburanas
Para tocar en este rachado
Vengo de las imburanas
Para tocar en este rachado
Llama al dueño de la casa
Vengo muy avexado
Y tú baja esa falda, morena
Soy un cabro desvergonzado

Mamá, si subo, caigo
En las ramas del cajú
Porque tengo los ojos atados
A las vueltas de tu jopo

Escrita por: Antônio Carlos / Jocafi