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No me rompo fácilmente

Luiz Melodia

Não Me Quebro À Toa

Agora ninguém mais me joga pedra,
Porém já jogaram tantas
Pensam que me destruíram

Vocês sabem quando cai um castelo aqui
Levanta-se outro ali
Recuperando o que desmoronou

Só o vencido se transforma no adormecido
Por ter caído desiste
Não quer mais se levantar

Eu, escorreguei foi natural,
Porém o bem não se paga com o mal
Eu vou me levantar outra vez

Eu, escorreguei foi natural,
Porém o bem não se paga com o mal
Eu vou me levantar outra vez

Agora ninguém mais me joga pedra,
Porém já jogaram tantas
Pensam que me destruíram

Vocês sabem quando cai um castelo aqui
Levanta-se outro ali
Recuperando o que desmoronou

Só o vencido se transforma no adormecido
Por ter caído desiste
Não quer mais se levantar

Eu, escorreguei foi natural,
Porém o bem não se paga com o mal
Eu vou me levantar outra vez

A construção humana é matéria concreta que só Deus destrói,
Não adianta pedradas que o que vem de baixo não me atinge, não dói
Sou obra boa, sou arte divina não me quebro à toa
Onde escorreguei ainda ficou lodo pra alguém escorregar

Sou obra boa, sou arte divina não me quebro à toa
Onde escorreguei ainda ficou lodo pra alguém escorregar

Agora ninguém mais me joga pedra,
Porém já jogaram tantas
Pensam que me destruíram

Vocês sabem quando cai um castelo aqui
Levanta-se outro ali
Recuperando o que desmoronou

Só o vencido se transforma no adormecido
Por ter caído desiste
Não quer mais se levantar

Eu, escorreguei foi natural,
Porém o bem não se paga com o mal
Eu vou me levantar outra vez

A construção humana é matéria concreta que só Deus destrói,
Não adianta pedradas que o que vem de baixo não me atinge, não dói
Sou obra boa, sou arte divina não me quebro à toa
Onde escorreguei ainda ficou lodo pra alguém escorregar

Sou obra boa, sou arte divina não me quebro à toa
Onde escorreguei ainda ficou lodo pra alguém escorregar

No me rompo fácilmente

Ahora nadie me arroja piedras,
Aunque ya arrojaron tantas
Piensan que me destruyeron

Saben que cuando cae un castillo aquí
Se levanta otro allá
Recuperando lo que se derrumbó

Solo el vencido se convierte en el adormecido
Por haber caído se rinde
No quiere levantarse más

Yo, resbalé fue natural,
Pero el bien no se paga con el mal
Me levantaré de nuevo

Yo, resbalé fue natural,
Pero el bien no se paga con el mal
Me levantaré de nuevo

Ahora nadie me arroja piedras,
Aunque ya arrojaron tantas
Piensan que me destruyeron

Saben que cuando cae un castillo aquí
Se levanta otro allá
Recuperando lo que se derrumbó

Solo el vencido se convierte en el adormecido
Por haber caído se rinde
No quiere levantarse más

Yo, resbalé fue natural,
Pero el bien no se paga con el mal
Me levantaré de nuevo

La construcción humana es materia concreta que solo Dios destruye,
No sirve de nada lanzar piedras, lo que viene de abajo no me alcanza, no duele
Soy una obra buena, soy arte divino, no me rompo fácilmente
Donde resbalé aún quedó lodo para que alguien resbale

Soy una obra buena, soy arte divino, no me rompo fácilmente
Donde resbalé aún quedó lodo para que alguien resbale

Ahora nadie me arroja piedras,
Aunque ya arrojaron tantas
Piensan que me destruyeron

Saben que cuando cae un castillo aquí
Se levanta otro allá
Recuperando lo que se derrumbó

Solo el vencido se convierte en el adormecido
Por haber caído se rinde
No quiere levantarse más

Yo, resbalé fue natural,
Pero el bien no se paga con el mal
Me levantaré de nuevo

La construcción humana es materia concreta que solo Dios destruye,
No sirve de nada lanzar piedras, lo que viene de abajo no me alcanza, no duele
Soy una obra buena, soy arte divino, no me rompo fácilmente
Donde resbalé aún quedó lodo para que alguien resbale

Soy una obra buena, soy arte divino, no me rompo fácilmente
Donde resbalé aún quedó lodo para que alguien resbale

Escrita por: Oswaldo Melodia