Garçom / Você Não Me Ensinou a Te Esquecer / Malandragem (part. Murilo Huff)
Garçom, aqui nessa mesa de bar
Você já cansou de escutar
Centenas de casos de amor
Garçom, no bar todo o mundo é igual
Meu caso é mais um é banal
Mas preste atenção por favor
Saiba que o meu grande amor
Hoje vai se casar
Mandou uma carta pra me avisar
Deixou em pedaços meu coração
E para matar a tristeza
Só mesa de bar
Quero tomar todas
Vou me embriagar
Se eu pegar no sono
Me deite no chão
Não vejo mais você faz tanto tempo
Que vontade que eu sinto
De olhar em seus olhos, ganhar seus abraços
É verdade, eu não minto
E nesse desespero em que me vejo
Já cheguei a tal ponto
De me trocar diversas vezes por você
Só pra ver se te encontro
Você bem que podia perdoar
E só mais uma vez me aceitar
Prometo agora vou fazer por onde
Nunca mais perdê-la
Agora, que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer
Você só me ensinou a te querer
E te querendo, eu vou tentando te encontrar
Vou me perdendo
Buscando em outros braços, seus abraços
Perdido no vazio de outros passos
Do abismo em que você se retirou
E me atirou e me deixou aqui
Quem sabe eu ainda sou uma garotinha
Esperando o ônibus da escola sozinha
Cansada com minhas meias três quartos
Rezando baixo pelos cantos
Por ser uma menina má
Quem sabe o príncipe virou um chato
Que vive dando no meu saco
Quem sabe a vida é não sonhar
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança
E não conheço a verdade
Eu sou poeta e não aprendi a amar
Eu sou poeta e não aprendi a amar
Quem sabe eu ainda sou uma garotinha
Garzón / No Me Enseñaste a Olvidarte / Malandragem (part. Murilo Huff)
Garzón, aquí en esta mesa del bar
Ya te has cansado de escuchar
Cientos de historias de amor
Garzón, en el bar todos son iguales
Mi historia es solo una más, es banal
Pero por favor, pon atención
Debes saber que mi gran amor
Hoy se va a casar
Me mandó una carta para avisar
Dejó mi corazón hecho pedazos
Y para matar la tristeza
Solo un bar me queda
Quiero tomar hasta caer
Voy a emborracharme
Si me quedo dormido
Déjame en el suelo
No te he visto en tanto tiempo
Qué ganas tengo
De mirar en tus ojos, recibir tus abrazos
Es verdad, no miento
Y en este desespero en que me encuentro
He llegado a tal punto
De cambiarme mil veces por ti
Solo para ver si te encuentro
Podrías perdonarme
Y solo una vez más aceptarme
Prometo que ahora haré lo necesario
Para nunca más perderte
Ahora, ¿qué hago con mi vida sin ti?
No me enseñaste a olvidarte
Solo me enseñaste a quererte
Y queriéndote, voy intentando encontrarte
Voy perdiéndome
Buscando en otros brazos, tus abrazos
Perdido en el vacío de otros pasos
Del abismo en que te fuiste
Y me lanzaste y me dejaste aquí
Quién sabe, aún soy una niñita
Esperando sola el bus de la escuela
Cansada con mis medias tres cuartos
Rezo bajito por los rincones
Por ser una niña mala
Quién sabe, el príncipe se volvió un pesado
Que siempre me está molestando
Quién sabe, la vida es no soñar
Solo le pido a Dios
Un poco de malandragem
Porque soy una niña
Y no conozco la verdad
Soy poeta y no aprendí a amar
Soy poeta y no aprendí a amar
Quién sabe, aún soy una niñita
Escrita por: Reginaldo Rossi, Frejat, Jose Wilson, Luiz Fernando, Celso Castro, Agenor