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No Se Lo Cuentes a Nadie (feat. Marília Tavares)

Luiza Martins

Não Conta Pra Ninguém (part. Marília Tavares)

Massacra mesmo
Detona meu nome
Derruba minha praça
Me deixa abaixo de zero
Faz com que eu tenha vergonha de mim
E me questione
Por que que eu fui existir pra você

Fala de mim
Como alguém que chegou por acaso
E, no final dos fatos
Fala
Que eu fui só um peso
Um martelo sem cabo
Fala que eu sou o seu atraso

Não conta pra ninguém
Que fui eu que te levantei do chão
Não conta pra ninguém
Que fui eu que te mostrei
Que a solidão é uma escolha
E não uma missão

Não conta pra ninguém
Que, se hoje você vive bem
E sempre tão feliz
Foi porque essa trouxa
Que você fez questão de destruir
Deixou esse sorriso morrer
Só pra você sorrir
E, pra você crescer
Eu me diminuí

Fala de mim
Como alguém que chegou por acaso
E, no final dos fatos
Fala
Que eu fui só um peso
Um martelo sem cabo
Fala que eu sou o seu atraso

Não conta pra ninguém
Que fui eu que te levantei do chão
Não conta pra ninguém
Que fui eu que te mostrei
Que a solidão é uma escolha
E não uma missão

Não conta pra ninguém
Que, se hoje você vive bem
E sempre tão feliz
Foi porque essa trouxa
Que você fez questão de destruir
Deixou esse sorriso morrer
Só pra você sorrir

Não conta pra ninguém
Que fui eu que te levantei do chão
Não conta pra ninguém
Que fui eu que te mostrei
Que a solidão é uma escolha
E não uma missão

Não conta pra ninguém
Que, se hoje você vive bem
E sempre tão feliz
Foi porque essa trouxa
Que você fez questão de destruir
Deixou esse sorriso morrer
Só pra você sorrir
E, pra você crescer
Eu me diminuí

E, pra você crescer
Eu me diminuí

No Se Lo Cuentes a Nadie (feat. Marília Tavares)

Masacra de verdad
Destruye mi nombre
Derriba mi plaza
Déjame por debajo de cero
Haz que sienta vergüenza de mí
Y me cuestione
¿Por qué existí para ti?

Hablas de mí
Como alguien que llegó por casualidad
Y, al final de los hechos
Dices
Que fui solo un peso
Un martillo sin mango
Dices que soy tu atraso

No se lo cuentes a nadie
Que fui yo quien te levantó del suelo
No se lo cuentes a nadie
Que fui yo quien te mostró
Que la soledad es una elección
Y no una misión

No se lo cuentes a nadie
Que, si hoy vives bien
Y siempre tan feliz
Fue porque esta tonta
Que te empeñaste en destruir
Dejó que esta sonrisa muriera
Solo para que tú sonrías
Y, para que tú crezcas
Yo me disminuí

Hablas de mí
Como alguien que llegó por casualidad
Y, al final de los hechos
Dices
Que fui solo un peso
Un martillo sin mango
Dices que soy tu atraso

No se lo cuentes a nadie
Que fui yo quien te levantó del suelo
No se lo cuentes a nadie
Que fui yo quien te mostró
Que la soledad es una elección
Y no una misión

No se lo cuentes a nadie
Que, si hoy vives bien
Y siempre tan feliz
Fue porque esta tonta
Que te empeñaste en destruir
Dejó que esta sonrisa muriera
Solo para que tú sonrías

No se lo cuentes a nadie
Que fui yo quien te levantó del suelo
No se lo cuentes a nadie
Que fui yo quien te mostró
Que la soledad es una elección
Y no una misión

No se lo cuentes a nadie
Que, si hoy vives bien
Y siempre tan feliz
Fue porque esta tonta
Que te empeñaste en destruir
Dejó que esta sonrisa muriera
Solo para que tú sonrías
Y, para que tú crezcas
Yo me disminuí

Y, para que tú crezcas
Yo me disminuí

Escrita por: Marcelo Melo