Mulher Sem Dono
Você jurou que me amava
Também jurei a verdade
Mais veio a realidade
E tudo desmoronou
Passou o tempo, ficou tudo diferente
Você mudou de repente
Esqueceu o que jurou
Você zombou da minha cara
E quer voltar pra mim agora
Como papel de banheiro
Me enrolou o tempo inteiro
Me usou e jogou fora
Como papel de banheiro
Me enrolou o tempo inteiro
Me usou e jogou fora
Só que eu sou abençoado
Nasci com a estrela na testa
Conviver com quem não presta
É um grande aprendizado
Passou a onda e o tempo mudou o clima
Já dei a volta por cima
E hoje eu vivo sossegado
Você puxou o meu tapete
Cuspiu no prato que comeu
Negou o que lhe pedi
Só eu não lhe esqueci
E você não me esqueceu
Você puxou o meu tapete
Cuspiu no prato que comeu
Negou o que lhe pedi
Só eu não lhe esqueci
E você não me esqueceu
Mulher sem nome
Sem companhia e sem dono
Vive só no abandono
Não percebe o que perdeu
Vendendo o corpo
Pelos os botecos bebendo
Enchendo a cara e dizendo
Que um dia eu já fui seu
Você perdeu na loteria
Ganhou o que mereceu
Você nunca vai mudar
Eu não vou lhe perdoar
Esqueça que já fui seu
Você perdeu na loteria
Ganhou o que mereceu
Você nunca vai mudar
Eu não vou lhe perdoar
Esqueça que já fui seu
Você zombou da minha cara
E quer voltar pra mim agora
Como papel de banheiro
Me enrolou o tempo inteiro
Me usou e jogou fora
Você zombou da minha cara
E quer voltar pra mim agora
Como papel de banheiro
Me enrolou o tempo inteiro
Me usou e jogou fora
Mujer Sin Dueño
Juraste que me amabas
También juré la verdad
Pero llegó la realidad
Y todo se derrumbó
Pasó el tiempo, todo cambió
De repente cambiaste
Olvidaste lo que juraste
Te burlaste en mi cara
Y ahora quieres volver a mí
Como papel de baño
Me envolviste todo el tiempo
Me usaste y tiraste
Como papel de baño
Me envolviste todo el tiempo
Me usaste y tiraste
Pero yo soy afortunado
Nací con la estrella en la frente
Convivir con quien no vale la pena
Es un gran aprendizaje
Pasó la ola y el tiempo cambió el clima
Di la vuelta por completo
Y hoy vivo tranquilo
Tiraste mi tapete
Escupiste en el plato que comiste
Negaste lo que te pedí
Solo yo no te olvidé
Y tú no me olvidaste
Tiraste mi tapete
Escupiste en el plato que comiste
Negaste lo que te pedí
Solo yo no te olvidé
Y tú no me olvidaste
Mujer sin nombre
Sin compañía y sin dueño
Vive sola en el abandono
No se da cuenta de lo que perdió
Vendiendo su cuerpo
En los bares bebiendo
Embriagándose y diciendo
Que un día fui suyo
Perdiste en la lotería
Ganaste lo que merecías
Nunca cambiarás
No te perdonaré
Olvida que fui tuyo
Perdiste en la lotería
Ganaste lo que merecías
Nunca cambiarás
No te perdonaré
Olvida que fui tuyo
Te burlaste en mi cara
Y ahora quieres volver a mí
Como papel de baño
Me envolviste todo el tiempo
Me usaste y tiraste
Te burlaste en mi cara
Y ahora quieres volver a mí
Como papel de baño
Me envolviste todo el tiempo
Me usaste y tiraste
Escrita por: Francisco Luiz Rodrigues (Luizinho de Irauçuba)