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Cobarde

Luizinho, Limeira e Zezinha

Covarde

Covarde sou eu por te desprezar
Sem ter o motivo pra te abandonar
Sofreste calúnia e humilhação
Sofreste em silêncio a dor da traição

Sei que fui cruel porque não te quis
Com isto sofreste e foste infeliz
Do que pratiquei estou arrependido
E tenho remorso de ter te ofendido

Sou mesmo um covarde, mereço o castigo
Pois esta saudade que eu trago comigo
Saudades de ti e do teu carinho
Confesso chorando que vivo sozinho

Recordo chorando aquele momento
Que aos raios da Lua chorei de amor
Quebrei para sempre o meu juramento
Tornei-me um covarde, sou mesmo um traidor

Sou hoje um boêmio sem lar, sem abrigo
Até os amigos se afastam de mim
Me arrependi, mas agora é tarde
Por ser um covarde mereço este fim

Sou mesmo um covarde, mereço o castigo
Pois esta saudade que eu trago comigo
Saudades de ti e do teu carinho
Confesso chorando que vivo sozinho

Cobarde

Cobarde soy por despreciarte
Sin tener motivo para abandonarte
Sufriste calumnias y humillaciones
Sufriste en silencio el dolor de la traición

Sé que fui cruel al no quererte
Con eso sufriste y fuiste infeliz
Me arrepiento de lo que hice
Y tengo remordimiento por haberte ofendido

Soy realmente un cobarde, merezco el castigo
Pues esta añoranza que llevo conmigo
Añoro tu presencia y tu cariño
Confieso llorando que vivo solo

Recuerdo llorando aquel momento
Que bajo la luz de la Luna lloré de amor
Rompiendo para siempre mi juramento
Me convertí en un cobarde, soy un traidor

Hoy soy un bohemio sin hogar, sin refugio
Hasta los amigos se alejan de mí
Me arrepiento, pero ahora es tarde
Por ser un cobarde merezco este final

Soy realmente un cobarde, merezco el castigo
Pues esta añoranza que llevo conmigo
Añoro tu presencia y tu cariño
Confieso llorando que vivo solo

Escrita por: LUIZ DE CASTRO