Ah Uh (Onomatopéias)
Cá estou eu, na estrada, pra voltar, cortando o ar, com meu desejo
Eu poderia dançar com um homem que me puxe pela mão
E perceba minha mente projetando coisas formidáveis que ainda estão por vir
Que goste de sentir (é!)
Que realmente sinta
O que é ter nos braços uma orgulhosa e incansável lutadora,
Que espera impaciente a hora que ele possa ser homem
Simplesmente
Eu poderia deixar meu corpo gritar onomatopéias
Por que palavras meu bem,
Eu nem sei de onde elas vêm
Deixar meu corpo gritar (ah! ah! ah! ) palavras, baby
Eu nem sei, eu nem sei
Talvez o tempo e o espaço e um abraço em todos os meus movimentos
Ainda assim faço questão de mantê-los livres
Eu poderia ser essa dançarina de membros imperfeitos, assim como meu vestido
Mas decorei minha cabeça com conchas e corais,
Da água cristalina na qual mergulho constantemente
Meu par vai perceber sem garantias, o que eu sei é que todas dançamos muito bem, no ritmo de nossas casas
Quando eu voltar eu não vou mais dizer "eu poderia"
E sim "eu posso" (eu posso)
Deixar meu corpo gritar onomatopéias
Por que palavras, meu bem
Eu nem sei de onde elas vêm
Deixar meu corpo gritar, gritar
Por que palavras, baby
Eu nem de onde elas vêm
Ah Uh (Onomatopeyas)
Aquí estoy, en la carretera, listo para regresar, cortando el aire, con mi deseo
Podría bailar con un hombre que me tome de la mano
Y se dé cuenta de mi mente proyectando cosas increíbles que están por venir
Que disfrute sentir (¡sí!)
Que realmente sienta
Lo que es tener en sus brazos a una luchadora orgullosa e incansable,
Que espera ansiosamente el momento en que pueda ser hombre
Simplemente
Podría dejar que mi cuerpo grite onomatopeyas
Porque palabras, cariño,
Ni siquiera sé de dónde vienen
Dejar que mi cuerpo grite (¡ah! ¡ah! ¡ah!) palabras, nene
Ni siquiera sé, ni siquiera sé
Tal vez el tiempo y el espacio y un abrazo en todos mis movimientos
Aun así me aseguro de mantenerlos libres
Podría ser esa bailarina de miembros imperfectos, al igual que mi vestido
Pero he adornado mi cabeza con conchas y corales,
Del agua cristalina en la que me sumerjo constantemente
Mi pareja se dará cuenta sin garantías, lo que sé es que todas bailamos muy bien, al ritmo de nuestros hogares
Cuando regrese ya no diré más 'podría'
Sino 'puedo' (puedo)
Dejar que mi cuerpo grite onomatopeyas
Porque palabras, cariño
Ni siquiera sé de dónde vienen
Dejar que mi cuerpo grite, grite
Porque palabras, nene
Ni de dónde vienen
Escrita por: Lurdez Da Luz