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Lluvias Negras de Sangre

Luxúria de Lillith

Negras Chuvas de Sangue

Deitado em deleite de um profano calor
Seduzindo magia e mais ilusão
Conturbando a essência de dúbio pavor
Bebo teu sangue de tanto chorar
São mais belos teus traços e as linhas pagãs
Almejando a fervura de tua razão
Conturbando as mentes te olhando com medo
Negras são as chuvas desta manhã

As águas que banhavam essa vida de terror
São as lágrimas de sangue escorridas neste chão
Pervertidas sobre a carne que alimentam este horror
São os gritos mais confusos sobre a ira o desespero
Foi negada tua presença como sempre todo fim
Mas o fim desta verdade é só o começo do abismal
As lágrimas de sangue consumiram o teu olhar
De tristeza melancólica destruindo aonde vai

Negras chuvas de sangue

Sacrificar uma vida pra salvar a si mesmo
Até que um dia foi lhe dado um legado
Matar a si mesmo com mais um pouco de dor
Sucumbir às tensões de um mundo real
Maldizeres de um ódio que matou sentimento
Possuído afirmado já não faz o acaso
Encontrar a razão como fardo abraçar
Sou a morte revestida na carcaça da carne

As águas que banhavam essa vida de terror
São as lágrimas de sangue escorridas neste chão
Pervertidas sobre a carne que alimentam este horror
São os gritos mais confusos sobre a ira o desespero
Foi negada tua presença como sempre todo fim
Mas o fim desta verdade é só o começo do abismal
As lágrimas de sangue consumiram o teu olhar
De tristeza melancólica destruindo aonde vai

Negras chuvas de sangue

Lluvias Negras de Sangre

Acostado en el deleite de un calor profano
Seduciendo con magia y más ilusión
Turbiando la esencia de un miedo ambiguo
Bebo tu sangre de tanto llorar
Más bellos son tus rasgos y las líneas paganas
Anhelando la ebullición de tu razón
Turbiando las mentes que te miran con miedo
Negras son las lluvias de esta mañana

Las aguas que bañaban esta vida de terror
Son las lágrimas de sangre derramadas en este suelo
Perversas sobre la carne que alimentan este horror
Son los gritos más confusos sobre la ira y el desespero
Tu presencia fue negada como siempre al final
Pero el final de esta verdad es solo el comienzo de lo abismal
Las lágrimas de sangre consumieron tu mirada
De tristeza melancólica destruyendo a dónde va

Lluvias negras de sangre

Sacrificar una vida para salvarse a uno mismo
Hasta que un día se te dio un legado
Matarte a ti mismo con un poco más de dolor
Sucumbir a las tensiones de un mundo real
Maldiciones de un odio que mató el sentimiento
Poseído afirmado ya no es casualidad
Encontrar la razón como carga abrazar
Soy la muerte revestida en la carcasa de la carne

Las aguas que bañaban esta vida de terror
Son las lágrimas de sangre derramadas en este suelo
Perversas sobre la carne que alimentan este horror
Son los gritos más confusos sobre la ira y el desespero
Tu presencia fue negada como siempre al final
Pero el final de esta verdad es solo el comienzo de lo abismal
Las lágrimas de sangre consumieron tu mirada
De tristeza melancólica destruyendo a dónde va

Lluvias negras de sangre

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