Monólogo (Interlúdio)
Vem ficar nos meus braços você me transmite calma
Se tu demorar mais uma semana, talvez eu venda minha alma
Já não tenho mais motivos, eu não sinto mais teu calor
Do que adianta eu manter minha alma, se ela só me traz dor
Sempre acordo de madrugada, o relogio marcando 3h da manhã
O demônio quer levar minha alma
Digo - hoje não, Leviatã
Minha cama virou um divã
Meu criado mudo um psicólogo
E através destes versos
Vou escrevendo meu monólogo
Torcendo pra que venha hoje
Pode ser por um teletransporte
Paro tudo pra te ver
Já não tem mais nada que eu me importe
Amanhã quando o Sol nascer
Não me diz o que fazer
Só fica do meu lado
Eu preciso tanto de você
Monólogo (Interludio)
Ven a quedarte en mis brazos, me transmites calma
Si te demoras una semana más, tal vez venda mi alma
Ya no tengo motivos, ya no siento tu calor
¿De qué sirve mantener mi alma, si solo me trae dolor?
Siempre despierto en la madrugada, el reloj marcando las 3 de la mañana
El demonio quiere llevarse mi alma
Le digo - hoy no, Leviatán
Mi cama se convirtió en un diván
Mi mesita de noche en un psicólogo
Y a través de estos versos
Voy escribiendo mi monólogo
Esperando que vengas hoy
Puede ser por teletransporte
Lo dejo todo para verte
Ya no hay nada más que me importe
Mañana cuando salga el Sol
No me digas qué hacer
Solo quédate a mi lado
Te necesito tanto