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Una Vaneira para los Bigotes

Maate Quente

Uma Vanera Pros Bigodes

Gaiteiro, sossega, não requebra que não pode
Porque tá chegando agora, uma vaneira pros bigode

Puxa a cadeira gaiteiro, toque sentado
Vamos lembrar o passado
Lá do tempo da vovó
Me faz um tranco bem monarca de vaneira
Sem essa de quebradeira
Quanto mais simples melhor

Gaiteiro sossega

Eu quero ouvir um ponteio de violão
Guitarra com distorção, não é coisa que se toque
Não te fresqueie, fique quieto e se acomode
Que a venera pros bigode, não se mistura com rock

Gaiteiro sossega

Essa vaneira tem o tranco do cavalo
O balanço e o embalo do jeito que os homens querem
É pra deixar os bigode arrepiado
Vamos fazer um costado de pandeiro e de colher

Gaiteiro sossega

Una Vaneira para los Bigotes

Gaiteiro, cálmate, no te muevas que no puedes
Porque está llegando ahora, una vaneira para los bigotes

Tira la silla gaiteiro, toca sentado
Vamos a recordar el pasado
De la época de la abuela
Hazme un tranco bien monárquico de vaneira
Sin esa quebradura
Cuanto más simple, mejor

Gaiteiro cálmate

Quiero escuchar un punteo de guitarra
Guitarra con distorsión, no es algo que se toque
No te pongas fresco, quédate quieto y acomódate
Porque la vaneira para los bigotes, no se mezcla con rock

Gaiteiro cálmate

Esta vaneira tiene el tranco del caballo
El balanceo y el ritmo como los hombres quieren
Es para poner los bigotes de punta
Vamos a hacer un costado de pandeiro y de cuchara

Gaiteiro cálmate

Escrita por: Paulo Queiroz