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Sonrisa de Papel

Maccacos

Sorriso de Papel

Quando paro de inventar
Pode me prever e olhar
Qualquer João, sou eu!
Tão comum quanto Deus

Quando então lhe disse:
"Vá buscar sua cota em paz!"
Já não resta mais vintém
Bastou-se a dizer adeus

E renegado ao léu
Vou pegar o meu chapéu
E se você quiser desaguar
Qualquer atenção
Dê-me um pouco do teu mel
E faça brotar dos meus olhos
O que é difícil de inventar

Quando cansei de chorar
Vi tua vitrine falhar
O tempo é de bailar
Vestir a moda e ser popular

E untado ao céu
Brilhei mais que meu chapéu
E se você quiser me pagar
Um beijo por dever
Um sorriso de papel
Não pense que eu nunca fui teu

Mas se ainda quer vingar
A minha doce invenção
Sou um troféu na sua mão

Sonrisa de Papel

Cuando dejo de inventar
Puedes preverme y mirar
Cualquier Juan, soy yo
Tan común como Dios

Cuando entonces le dije:
'¡Ve a buscar tu parte en paz!'
Ya no queda ni un centavo
Basta con decir adiós

Y abandonado a la deriva
Voy a tomar mi sombrero
Y si quieres desahogarte
Cualquier atención
Dame un poco de tu miel
Y haz brotar de mis ojos
Lo que es difícil de inventar

Cuando me cansé de llorar
Vi tu escaparate fallar
Es tiempo de bailar
Vestir a la moda y ser popular

Y unido al cielo
Brillé más que mi sombrero
Y si quieres pagarme
Un beso por deber
Una sonrisa de papel
No pienses que nunca fui tuyo

Pero si aún quieres vengar
Mi dulce invención
Soy un trofeo en tu mano

Escrita por: Klaus Mershbacher / Thiago Colli