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Gordo

Machete Bomb

Fatcap

Sem sobrenome pra vencer tem que ter fome o ego é o que te consome
É difícil ver crescer sem poesia
Quem nasceu nessa terra sabe que vai viver sem trégua
Na constância dessa guerra morre um Jesus por dia
Sei que é complicado pra entender isso aqui
Mas a miséria nunca pede por favor
Taca fogo no colchão pra ganhar um cobertor
Taca fogo no colchão pra ganhar um cobertor

A incursão começa aí no teu CEP
Vai rabiscar as Trump Wall de Fatcap
E esse pixo vai dizer (o que?)
O meu mais sincero foda-se a você

É que entre a ludiquez e a lucidez fica meu vício
A indigerir autodidata desde o início
Licença poética que inclui agressão estética
Sina do desperdício vitalício
Seu muro me encara, atenta contra a unidade
Oprime, segrega e separa
Divide com intolerância e me diz pra manter a distância
E esse vacilo me obriga a mandar um recado
Aqui ninguém nasceu pra ser domesticado (aqui não!)
Aqui ninguém nasceu pra ser domesticado (aqui não!)

Gordo

No hay apellido para ganar, tienes que tener hambre, el ego es lo que te consume
Es difícil verlo crecer sin poesía
Quien haya nacido en esta tierra sabe que vivirá sin tregua
En la constancia de esta guerra, un Jesús muere al día
Sé que es complicado entender esto aquí
Pero la miseria nunca pregunta por favor
Enciende el colchón para obtener una manta
Enciende el colchón para obtener una manta

La incursión comienza allí en su código postal
Dibujará el muro de Trump Fatcap
Y este pixo dirá (¿qué?)
Mi mas sincero jodete

Es que entre el juego y la lucidez es mi adicción
Indigirante autodidacta desde el principio
Licencia poética que incluye agresión estética
Destino de los residuos de toda la vida
Tu pared me mira, amenazando la unidad
Oprime, segrega y separa
Divide con intolerancia y dime que mantenga mi distancia
Y esa duda me obliga a enviar un mensaje
Nadie nació aquí para ser domesticado (¡no aquí!)
Nadie nació aquí para ser domesticado (¡no aquí!)

Escrita por: Machete Bomb