Às Vezes Não Me Entendo
Quando vejo o teu sorriso
Me esqueço até da dor
Eu não me entendo
O teu olhar diz coisas
Coisas tão banais
Coisas tão estranhas
E não me satisfaz
Eu não me entendo
Já visitei seu mundo e você
Atravessou um tudo
Para me esquecer
Será que o errado em tudo sou eu
Eu não me entendo
Eu aprendi a gostar das mesmas coisas
Eu aprendi a aceitar que você
Faz parte de um contexto, imenso prazer
Já visitei o inferno
Para te esquecer
Mas quando vejo o teu sorriso
Me esqueço até da dor
Faço uma canção
Às vezes, digo não
Para tentar te confundir
Não sei o que faço para esquecer
Pois tudo que faço me lembra você
Eu não me entendo
Às vezes, não me entendo
Vou fugir sem direção
Para não sofrer
Pra não esquecer
Para não dizer adeus
A veces no me entiendo
Cuando veo tu sonrisa
Me olvido incluso del dolor
No me entiendo
Tu mirada dice cosas
Cosas tan triviales
Cosas tan extrañas
Y no me satisface
No me entiendo
Ya he visitado tu mundo y tú
Has atravesado un todo
Para olvidarme
¿Será que el equivocado en todo soy yo?
No me entiendo
Aprendí a gustar de las mismas cosas
Aprendí a aceptar que tú
Eres parte de un contexto, inmenso placer
Ya visité el infierno
Para olvidarte
Pero cuando veo tu sonrisa
Me olvido incluso del dolor
Compongo una canción
A veces, digo no
Para intentar confundirte
No sé qué hacer para olvidar
Porque todo lo que hago me recuerda a ti
No me entiendo
A veces, no me entiendo
Voy a huir sin rumbo
Para no sufrir
Para no olvidar
Para no decir adiós