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El Bráulio

Maick e Jeca

O Bráulio

O pai de bráulio tinha cinco filhos homens
Que ele criava com amor e com respeito
De bráulio pra baixo eram duas crianças!
De bráulio pra cima eram todos homens feitos!

O bráulio teve que casar um pouco cedo
Já perdido e sem emprego, vende roupa pra viver
Porém tem gente que abusa do infeliz
Bate a porta no nariz e tá difícil de vender!

Oh minha gente, deixa o bráulio entrar!
Deixa o bráulio entrar!
Deixa o bráulio entrar!
O bráulio é pobre, vende roupa como ofício
Porque o bráulio vive disso e tem os filhos pra criar

A mulher de bráulio tá desconfiada
Com as desculpas que o bráulio inventa!
O diz ao bráulio: Seja duro, meu bem
Pois em casa de ninguém, bráulio, duro, não entra!

E se às vezes ele tem que buscar roupa
Lá vai o bráulio pra são paulo a dentro!
De vez em quando, o fiscal ainda pega
Se o bráulio não escorrega, é um sofrimento!

Oh minha gente, deixa o bráulio entrar!
Deixa o bráulio entrar!
Deixa o bráulio entrar!
O bráulio é pobre, vende roupa como ofício
Porque o bráulio vive disso e tem os filhos pra criar

Ninguém liga se o bráulio está doente
Ninguém liga se o bráulio está inchado!
Ontem à noite, o bráulio, mole e tão fraco
Dormiu em cima do saco de algodão rasgado!

O bráulio tem uma mala muito velha
Porém não tem dinheiro pra trocar de mala agora
E existe gente que só vive pra esnobar
E só deixa o bráulio entrar se a mala ficar de fora!

Oh minha gente, deixa o bráulio entrar!
Deixa o bráulio entrar!
Deixa o bráulio entrar!
O bráulio é pobre, vende roupa como ofício
Porque o bráulio vive disso e tem os filhos pra criar

Se o povo chora, o bráulio amolece
Recebe o atrasado sem cobrar o juro
Se a roupa abaixa, o bráulio entra e não cobra
Mas se a roupa sobra, o bráulio fica duro!

O bráulio, um dia, resolveu vender à noite
Entrou na casa de uma linda senhora
E o marido que chegou enciumado
Rasgou a roupa zangado e tirou o bráulio pra fora!

Oh minha gente, deixa o bráulio entrar!
Deixa o bráulio entrar!
Deixa o bráulio entrar!
O bráulio é pobre, vende roupa como ofício
Porque o bráulio vive disso e tem os filhos pra criar

Oh minha gente, deixa o bráulio entrar!
Deixa o bráulio entrar!
Deixa o bráulio entrar!
O bráulio é pobre, vende roupa como ofício
Porque o bráulio vive disso e tem os filhos pra criar

Oh, minha gente?! Deixa o bráulio entrar!

El Bráulio

El padre de Bráulio tenía cinco hijos varones
A quienes criaba con amor y respeto
Desde Bráulio hacia abajo eran dos niños
Desde Bráulio hacia arriba eran todos hombres hechos

Bráulio tuvo que casarse un poco temprano
Ya perdido y sin trabajo, vende ropa para vivir
Pero hay gente que abusa del pobre
Le cierra la puerta en la cara y le cuesta vender

¡Oh, mi gente, deja entrar a Bráulio!
¡Deja entrar a Bráulio!
¡Deja entrar a Bráulio!
Bráulio es pobre, vende ropa como oficio
Porque Bráulio vive de eso y tiene hijos que criar

La mujer de Bráulio está desconfiada
Con las excusas que Bráulio inventa
Le dice a Bráulio: 'Sé duro, cariño mío'
Pues en casa de nadie, Bráulio, duro no entra

Y si a veces tiene que buscar ropa
Allá va Bráulio hacia São Paulo adentro
De vez en cuando, el inspector aún lo atrapa
Si Bráulio no resbala, es un sufrimiento

¡Oh, mi gente, deja entrar a Bráulio!
¡Deja entrar a Bráulio!
¡Deja entrar a Bráulio!
Bráulio es pobre, vende ropa como oficio
Porque Bráulio vive de eso y tiene hijos que criar

A nadie le importa si Bráulio está enfermo
A nadie le importa si Bráulio está hinchado
Anoche, Bráulio, débil y tan flaco
Durmió encima del saco de algodón rasgado

Bráulio tiene una maleta muy vieja
Pero no tiene dinero para cambiarla ahora
Y hay gente que solo vive para presumir
Y solo deja entrar a Bráulio si la maleta queda afuera

¡Oh, mi gente, deja entrar a Bráulio!
¡Deja entrar a Bráulio!
¡Deja entrar a Bráulio!
Bráulio es pobre, vende ropa como oficio
Porque Bráulio vive de eso y tiene hijos que criar

Si la gente llora, Bráulio se ablanda
Recibe lo atrasado sin cobrar interés
Si la ropa baja de precio, Bráulio entra y no cobra
Pero si la ropa sobra, Bráulio se pone duro

Un día, Bráulio decidió vender de noche
Entró en la casa de una hermosa señora
Y el marido que llegó celoso
Rasgó la ropa enojado y sacó a Bráulio afuera

¡Oh, mi gente, deja entrar a Bráulio!
¡Deja entrar a Bráulio!
¡Deja entrar a Bráulio!
Bráulio es pobre, vende ropa como oficio
Porque Bráulio vive de eso y tiene hijos que criar

¡Oh, mi gente, deja entrar a Bráulio!
¡Deja entrar a Bráulio!
¡Deja entrar a Bráulio!
Bráulio es pobre, vende ropa como oficio
Porque Bráulio vive de eso y tiene hijos que criar

¡Oh, mi gente! ¿Deja entrar a Bráulio!

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