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Desumanidad

Maieuttica

Desumanidade

Nós somos o pesadelo
E não podemos acordar
Nós somos o algoz que sangra as ovelhas

E esse sorriso vazio em meu rosto
Reflete tudo o que restou

Dentro de mim
Fluindo em minhas veias
Escorrendo pelo chão
Por que viver em contradição?
Se escondendo
Por trás dessa velha fachada

Não!
O sangue não é meu!
Não...

Conquistando, conturbando
Sem pudor, sem limites
Autoconcessão, autodisfunção
Autodestruição!

E esse sorriso insano
Revela a minha intimidade,
Minha desumanidade

Dentro de mim
Fluindo em minhas veias
Escorrendo pelo chão
Porque viver em contradição?
Se escondendo
Por trás dessa velha fachada

Não!
O sangue não é meu!
O sangue não é meu...
Caindo dos meus olhos...
O sangue é meu!

Desumanidad

Somos la pesadilla
Y no podemos despertar
Somos el verdugo que sangra a las ovejas

Y esta sonrisa vacía en mi rostro
Refleja todo lo que queda

Dentro de mí
Fluyendo en mis venas
Escurriendo por el suelo
¿Por qué vivir en contradicción?
Escondiéndose
Detrás de esta vieja fachada

¡No!
¡La sangre no es mía!
No...

Conquistando, perturbando
Sin pudor, sin límites
Autoconcesión, autodisfunción
Autodestrucción

Y esta sonrisa insana
Revela mi intimidad,
Mi deshumanidad

Dentro de mí
Fluyendo en mis venas
Escurriendo por el suelo
¿Por qué vivir en contradicción?
Escondiéndose
Detrás de esta vieja fachada

¡No!
¡La sangre no es mía!
¡La sangre no es mía...
Cayendo de mis ojos...
¡La sangre es mía!

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