Ajoelha e Reza
É música pros meus ouvidos você se calar
Quando fazem o maior zunido pra me abafar
É assim... Tudo perde o sentido como você vive!
Gritando, se achando querido e bancando o xerife.
Mas deixa estar... Onde você está, arruma confusão.
Fica quieto, pois o que é seu tá guardado, irmão.
Nem lá, nem cá, você nunca decide que lado escolher!
Em cima do muro, acuado, em apuros... Eu pago pra ver! (pode crer)
Nem sei se você tem amigos pra te socorrer.
Só age por baixo dos panos, ah, que covardia...
Nem essa sua pose arrogante vai me convencer
Pra mim tudo é insegurança, mas sei o que vai suceder:
A máscara cai e todos vão saber quem é você.
Ajoelha e reza porque já não dá pra correr.
Arrodíllate y reza
Es música para mis oídos que te calles
Cuando hacen un gran ruido para silenciarme
Así es... Todo pierde sentido como vives
Gritando, creyéndote querido y actuando como el sheriff
Pero déjalo estar... Donde estés, armando lío
Quédate callado, porque lo tuyo está guardado, hermano
Ni aquí ni allá, nunca decides de qué lado estar
En la cerca, acorralado, en aprietos... ¡Pago por ver! (puede creer)
Ni siquiera sé si tienes amigos que te ayuden
Solo actúas a escondidas, ah, qué cobardía
Ni esa pose arrogante tuya me va a convencer
Para mí todo es inseguridad, pero sé lo que va a suceder
La máscara caerá y todos sabrán quién eres
Arrodíllate y reza porque ya no puedes correr
Escrita por: Maíra Santafe