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Otoño

Mandala (RS)

Outono

Tenho marcas de um adeus
Que desenhado está
Em meu coração
Eu um dia tentarei
De algum modo encontrar
A mais linda flor

As folhas desse outono
Caem como lágrimas
E eu ouço em sua voz
O vento que as leva
E há tempos que o destino
Insiste em soprar contra nós

Nas tempestades em sua vida
Eu fui o amanhecer
Nas tempestades em minha vida
Foi o abrigo que me salvou

Não entendo o calor
Que sinto quando a vejo
Nada tem a ver com o outono
Em que vivemos
Se ao menos eu pudesse
Trazer a luz do sol
Pro seu céu

Nas tempestades em sua vida
Eu fui o amanhecer
Nas tempestades em minha vida
Foi o abrigo que me salvou

E eu nunca entendi
Como foi que te perdi
E eu, eu me recuso
A ter que aceitar a dor
Que me acompanha
Quando a chuva vem
Trazendo o medo
De não mais te ter
Eu acredito nas palavras
Que um dia então
O tempo falará por nós

Nas tempestades em sua vida
Eu fui o amanhecer
Nas tempestades em minha vida
Foi o abrigo que me salvou
Que me salvou

Otoño

Tengo marcas de un adiós
Que está dibujado
En mi corazón
Algún día intentaré
De alguna manera encontrar
La flor más hermosa

Las hojas de este otoño
Caen como lágrimas
Y escucho en tu voz
El viento que las lleva
Y hay momentos en que el destino
Insiste en soplar en nuestra contra

En las tormentas de tu vida
Fui el amanecer
En las tormentas de mi vida
Fui el refugio que me salvó

No entiendo el calor
Que siento al verte
Nada tiene que ver con el otoño
En el que vivimos
Si tan solo pudiera
Traer la luz del sol
A tu cielo

En las tormentas de tu vida
Fui el amanecer
En las tormentas de mi vida
Fui el refugio que me salvó

Y nunca entendí
Cómo te perdí
Y yo, me niego
A tener que aceptar el dolor
Que me acompaña
Cuando la lluvia llega
Trayendo el miedo
De no tenerte más
Creo en las palabras
Que algún día entonces
El tiempo hablará por nosotros

En las tormentas de tu vida
Fui el amanecer
En las tormentas de mi vida
Fui el refugio que me salvó
Que me salvó

Escrita por: Rafael Sonic